Estranhos


Por um estranhamento
nos embaralhamos
até que chegamos às entranhas
do que nos causa tormento. 

Uma breve comparação a respeito do esporte universitário: Brasil X Estados Unidos

  
    
   Nas últimas semanas, tenho tido a oportunidade de me inserir no meio do esporte universitário. Não há como negar que, além de uma boa forma de se desestressar, esse  é um bom caminho para conhecer novas pessoas e frequentar novos ambientes.

    Porém, quando os assuntos são Esporte e Faculdade, é incontestável que, no Brasil, a união dos dois ainda deixa muito a desejar. Isso fica evidente quando estabelecido um paralelo com países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos. 

Aquele em que eu assisti Friends


Há alguns anos, em uma tarde um tanto quanto monótona, resolvi começar a assistir a uma série que muitas pessoas pareciam amar e que foi um completo sucesso nos anos 90, Friends. Por motivos que nem mesmo eu consigo explicar atualmente, o sitcom não conseguiu prender minha atenção e interesse com seus quatro primeiros episódios e acabou sendo deixada de lado por um longo tempo. Hoje consigo perceber que, é claro, essa não foi uma boa decisão.

Pixar pra que te quero


Eu era uma criança chata. Eu me sentia capaz de julgar as animações do cinema com nada menos que dez anos de idade. Eu fui impossivelmente absurdo quando houve todo o movimento de passar da animação dos clássicos tradicionais para as novas tecnologias de computação gráfica, chegando a afirmar que “o efeito da magia dos clássicos acabaria com o 3D” (eu era uma criança chata e com péssima noção de futuro, aparentemente).