Timing é tudo!


Não é a primeira vez que a Netflix aparece aqui no Sem Pauta, mas depois de assistir Sense8 e ver a proporção que as coisas tomaram, não podia deixar de vir falar um pouquinho sobre todo esse buzz. Errados os que pensam que se trata apenas de uma série com um enredo incrível! A empresa, que já cansou de mostrar pra que veio, está cada vez mais esperta quando o assunto é marketing e planejamento estratégico.

A Nova Ópera Popular


A ópera é uma manifestação artística que surgiu no século XVI na Itália e que combina a interpretação dramática dos atores a uma técnica vocal característica, podendo conter também números de dança, principalmente de balé clássico. Até aí, nenhuma novidade. Mas o que isso tem a ver com o próximo fim de semana em Belo Horizonte?

Inverno



O inverno chegou pra todo mundo, mas pra mim ele veio acompanhado de sentimentos. Nunca gostei tanto assim do calor, mas essa semana gélida me fez sentir muita saudade das tardes mornas da primavera.

15 filmes brasileiros lançados nos últimos 15 anos

Texto colaborativo

Hoje, dia 19 de junho, é o Dia do Cinema Brasileiro. Que tal aproveitar o fim de semana para valorizar as produções nacionais? Separamos quinze filmes brasileiros lançados nos últimos quinze anos. Prepare a pipoca e confira as indicações a seguir!

Pra onde?


A caminho da faculdade, do trabalho ou de casa. No ônibus, constantemente fixava o olhar no nada. Era um olhar perdido, de quem vaga por aí, mesmo quando não há nada sobre o que pensar. Nesse dia, no entanto, percebera: o esperado fim do semestre bate à porta. Perdera as contas de quantas vezes desejara que o ponteiro do relógio aumentasse a velocidade e completasse logo a volta. Não que a vida estivesse ruim, ou péssima. Longe disso. Estava em uma faculdade federal, morava ainda com os pais. Seria muito dramático pensar algo assim.

A perturbada da corte está à solta!

Texto colaborativo


“Meu nome é Amanda”. Assim começou a entrevista com Bianca Reis, estudante de Artes Visuais da UFMG e quadrinista responsável pela página “Anna Bolenna - A perturbada da corte” no Facebook. Com mais de 160 mil fãs espalhados por todo o Brasil, Bianca acaba de lançar seu primeiro livro e conversou com a gente sobre mudanças, amor, quadrinhos e as perturbações típicas de quem transforma sentimentos em arte.

Justo o que faltava

por Adilane da Silva, Marina Kan Mei e Milena Breder


Helô Gomes foi a última palestrante do TipCOM 2015/1, mas nem por isso ficamos desanimadas com o fim do evento. Pelo contrário, a entrevista que encheu nossos ouvidos de um sotaque paulistano frenético foi uma injeção de ânimo. De simpatia e simplicidade ímpares, Helô desfilou pelos corredores da FAFICH em um look impecável e adorou as pichações nos banheiros. Deu dicas preciosas de leitura durante e depois da palestra e mostrou o livro que acabara de ler no vôo de São Paulo a Belo Horizonte (“O Analista de Bagé”, de Luís Fernando Veríssimo) todo rabiscado de ideias. E foi assim, em uma espécie de rascunho rápido e animado, que a nossa conversa aconteceu.

Desafio #23 - Fim


As coisas andam diferentes aqui no Sem Pauta e a gente entrou no clima agridoce da saudade. Como falar sobre o fim sem dar lugar à emoção? Os convidados de hoje colocaram em palavras a dor e angústia do término; abraçaram o tema e transformaram o vazio em arte. Criaram duas histórias cujo propósito é nos mostrar quantos sentimentos cabem na ausência. E aceitaram o desafio do fim.

Uma tarde com Juzão

por Adilane da Silva, Luiza de Simone e Milena Breder


Depois de uma palestra incrível sobre digital, Juliana Muncinelli chegou na Cria conversando com todo mundo, aceitou o famoso pãozinho da alegria e até tirou fotos dele pra postar no Snapchat. E entre muitas risadas e assuntos que iam desde publicidade a feminismo e planos para o futuro, a atual gerente de digital e head de grupos abertos do Viber deu um show de entevista para o Sem Pauta. Confira!

Conhecendo o Irmão do Jorel

por Adilane da Silva, Luiza de Simone e Milena Breder


Juliano Enrico chegou vestindo uma camiseta branca e com um bigode que parecia uma mistura de Freddie Mercury e pai de família dos anos 70. “O bigode faz com que eu me sinta mais eu”, ele diria mais tarde. Agitado, cumprimentou a todos com um abraço e deu umas duas voltas na sala antes de finalmente sentar-se para a entrevista. E o resultado é este, uma conversa com o artista que abriu a programação do TipCOM 2015/1 e fez a gente admirar mais ainda seu trabalho e sua personalidade irreverente.