Como se diz nove vezes campeão?


A seleção brasileira de vôlei definitivamente não é aquela do ano passado, conforme disse o treinador cubano Orlando Samuels antes da derrota frente à seleção verde amarela. É uma selação melhor, se é que tem como falar isso de uma equipe tão vitoriosa quanto a comandada por Bernardinho.

E quando se fala na seleção do Bernardinho é porque o treinador sempre foi decisivo. Não é a toa que desde que ele assumiu o commando da seleção, em 2001, o Brasil esteve na final da Liga Mundial de Vôlei em 9 das 10 oportunidades, levando oito títulos para casa, incluindo o de ontem.

Sim, ontem teve jogo, teve Brasil em quadra em busca do eneacampeonato (nunca vou me cansar de usar essa palavra =P). O adversário era a tão conhecida russa. Porém o Brasil vinha cheio de desconfianças, por causa do seu elenco muito renovado e jovem. Do outro lado também tínhamos ótimos jovens jogadores russos, que fizeram uma excelente partida.

Acima de tudo, sabemos que podemos confiar nessa seleção. Com todos os problemas, inseguranças e inexperiência, eles foram lá e fizeram uma partida perfeita na noite de ontem, em Córdoba. Bom para os meninos, que ganham confiança, bom para o Brasil, que sabe que vai continuar sendo a grande potência do voleibol mundial.

E daqui a pouco é a vez das meninas mostrarem porque o Brasil é realmente o país do vôlei. Em agosto começa o Gran Prix e a seleção brasileira feminina também luta pelo enacampeonato (ˆˆ)!

Dia de Hoje


Hoje eu vou falar sobre o dia de hoje. Isso mesmo! Pra quem não sabe o dia 21 de julho é o 172º dia do ano, 173º em anos bissextos, o que significa que faltam nada mais nada menos do que 193 dias para o fim do ano.

Esse dia não é feriado, e passa despercebido, já que para muitos ele é um dia como outro qualquer. De fato ele é mais um dia do ano, mas diferentemente dos outros 364 dias, ele tem a noite mais longa do ano aqui no hemisfério sul, é nele que acontece o solstício de inverno.

Esse momento em que a Terra se encontra mais inclinada em relação ao sol, não carrega nenhum significado para nós ocidentais, mas não significa que sempre foi assim. Para os chineses essa data representa nada mais, nada menos do que a passagem do ano em seu calendário. Já para os druidas esse dia representava o dia da fertilidade, e era celebrado não só por ele como também por egípcios, maias e indianos.

Mesmo que não tenha nenhum significado para nós, além de um dia curto e uma noite longa e fria, esse dia é bom mesmo para enfiar em baixo das cobertas e assistir um bom filme!

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Amigo é outra coisa

É só digitar no Google que vão aparecer milhões de frases relativas à amizade. Todas elas com seu sentimentalismo e coisas afins, que eu acho meio estúpido. Tá, desculpa se eu não tenho sentimentos, mas é a mais pura verdade. Então, inspirado em uma corrente no Twitter que pretende dizer o que não é amor através dessas frases clichês, vou tentar pegar as frases que eu achei e fazer a mesma coisa.

- Amigo não é quem te dá um pedacinho do chão, quando é de terra firme que você precisa. O nome disso é Reforma Agrária. Amigo é outra coisa.

- Amigo não é aquele que entende seu desejo de voar. O nome disso é psiquiatra. Amizade é outra coisa.

- Amigo não é quem sorri pra você sem motivo aparente. O nome disso é Maníaco Sexual. Amizade é outra coisa.

- Um verdadeiro amigo não é alguém capaz de tocar teu coração. O nome disso é cardiologista. Amigo é outra coisa.

- O amigo não é a resposta aos teus desejos. O nome disso é ganhar na loteria. Amigo é outra coisa.

- Amigo não é coisa pra se guardar no lado esquerdo do peito. O nome disso é marca-passo. Amigo é outra coisa.

- A amizade não duplica as alegrias e divide as tristezas. O nome disso é múltipla personalidade. Amizade é outra coisa.

- Amigo não é aquele que te liga a qualquer momento para contar as novidades. O nome disso atendente de telemarketing. Amigo é outra coisa.

- Amizade não é esquartejar a ex do amigo e jogar pro cachorro comer. O nome disso é homicidio da Eliza Samudio. Amizade é outra coisa.

- Amigo não é aquela pessoa que você poderá recorrer quando a situação estiver tensa. O nome disso é prostituta. Amigo é outra coisa.

- Um amigo não te faz ver o mundo com outros olhos. O nome disso é transplante. Amigo é outra coisa.

- Amigo não te faz sentir sempre acompanhado. O nome disso é espírito. Amigo é outra coisa.

Amizade, assim como o amor, é uma coisa intraduzível. Não dá para você falar o que é um amigo, suas características e coisas marcantes. É simplesmente seu amigo. Não é aquela pessoa que você pode contar todos os seus segredos, porque isso é um diário. Não é a pessoa que você pode ligar quando estiver com um problema, porque isso é plantão psicológico. E não dá pra falar que amigo é tudo isso e mais, porque o nome disso é hipérbole.

Enfim, meus amigos, um feliz dia do amigo para todos nós!

Problemas com pombas?

As pombas são bichinhos antipáticos! Elas convivem com a gente diariamente, mas nem nos damos conta que elas estão por aí, piando, catando migalhas, pulando na frente dos carros, causando acidentes e matando milhares de pessoas por causa disso.

Sabe que uma das lembranças mais marcantes de quando eu era criança tem a ver com pombas? Eu me lembro muito bem de quando eu corria desenfreado atrás delas. O mais divertido era quando juntava um monte. Então era só correr e começar a rir. Elas ficam assustadíssimas! Voavam logo para um lugar muito alto e faziam aquela cara de acuadas. Coitadinhas... eram tão idiotas!

Eu disse eram, porque agora elas ficaram abusadas! Tudo bem que eu cresci, mas continuo com a mania de tentar assustar as pombas. Só que agora elas não fogem mais, elas se limitam a desviar de você e fazer uma cara feia, do tipo: “Quem você pensa que é para me atrapalhar”?

Umas folgadas! Devia ter corrido mais atrás delas quando eu era pequeno. Quem sabe elas não iriam se acostumar tanto com os humanos e continuariam sendo idiotas. Como galinhas, isso mesmo, como galinhas! Não tem exemplo melhor. As galinhas já convivem com o homem há tanto tempo, mas continuam tendo medo dele... mas vai ver é porque elas sabem que vão morrer! Com os pombos devia acontecer a mesma coisa...

Parece que a vida delas é ficar ciscando, atrapalhando a passagem das pessoas e comendo os restos nas ruas. Eu até pensei em criar um gato e treiná-lo para caçar pombas, e olha que eu odeio gatos! Quem sabe ele comeria aquele monte de penas nojento.

Foi aí que descobri que realmente odiava aquelas coisas. Onde quer que eu fosse, lá estavam elas. Era o caos! Tinha pombas por todos os lados e eu, ainda tentando assustá-las, corria atrás. Mas aquelas desgraçadas desviavam!

Perderam o respeito com todo mundo. Nós somos maiores, mais fortes, mais inteligentes (Será? Começo a desconfiar disso). Poderíamos simplesmente dar um chute naquela carinha “inocente”. Mas por que ninguém faz isso? Será que é por causa daquela cara de retardada? Ou será que é um carisma que eu não consigo entender?

Fato é que elas continuam andando soltas pelas ruas, prédios, casas, escolas; atormentando pessoas, motoristas, cachorros. Outro dia eu estava em uma lanchonete, lanchando e conversando tranquilamente com meus amigos, quando uma infeliz teve a capacidade de subir na mesa e começar a bicar o meu pobre salgado desprotegido!

Ninguém consegue imaginar o ódio que eu senti quando vi aquela cena deprimente. Deu vontade de pegar aquele pescoçinho penado e quebrar no meio bem devagar, só para ver se causava muita dor.

Aliás, pomba sente dor? Um bicho tão asqueroso não deve nem saber o que é isso. Pense só naquele bando de pombinhas, todas arquitetando um ataque surpresa ao meu salgado. Não quero nem imaginar isso. Quando fui enxotar aquela ridícula, ela olhou para mim com uma cara de desprezo (elas podem não sentir dor, mas desprezo elas sabem bem o que é), soltou um piado (que mais parecia um muxoxo de impaciência) e pulou da minha mesa.

Aposto que ela foi comer outro salgado desprotegido. Aquela nojenta ainda é capaz de armar o sofrimento alheio. É uma praga urbana. Pesquisas ainda comprovam que ela transmite doenças. Pior ainda! Imagina se ela contrair a gripe do frango e contaminar todo mundo? Aí sim vai virar pandemia. Escutem o que eu vou dizer: As pombas serão as responsáveis pelo fim do mundo!

É por isso que eu acho que elas deveriam ser dizimadas, exterminadas. O sonho de minha vida é criar um pombicida. Já pensei até no rótulo: “Apenas uma baforada elimina seus problemas... Pombicida mata-folgadas”. É, acho que vai vender bem...

Portanto, da próxima vez que encontrar uma pomba na rua, não pense duas vezes. Chuta! Caso contrário...

Pra quem não tá acostumado...


Todos sabem que vida de estudante universitário não é fácil, quem não sabe imagina e quem acha que é, bom tá errado!

É no meio de toda a loucura de prazos, provas, trabalhos, aulas, festas, amigos, namorado que a gente se encontra, que a gente vê que por mais cansativo que seja, e por mais que pareça que nunca temos tempo pra respirar, ou um momento só nosso, que vemos que no fim tudo vai valer a pena. Que vamos ser bons profissionais dentro daquilo que escolhemos seguir pelo resto de nossas vidas, que nos tornamos pessoas melhores - pelas pessoas que conhecemos, pelas experiências que vivenciamos. No entanto por mais maravilhoso que o futuro prometa ser não quer dizer que em momento algum dessa jornada não desejemos umas boas férias!

O único problema é que quando elas chegam, você promete fazer tudo que não fazia durante as aulas - ir na academia, ler aquela pilha de livros que você foi comprando mas não teve tempo de começar a ler, e um monte de outras coisas - só que por mais que preenchamos nosso tempo, sempre parece que está faltando alguma coisa, é a falta da correria, daquele ritmo acelerado que por mais cansativo que seja, nos faz bem! A verdade é que pra quem não tá acostumado, fazer nada é um grande tédio!

Férias

A partir de hoje, o Sem Pauta entra de férias. Ou quase.


Até o início de agosto não teremos pauta. Mesmo. Serão dois posts semanais sobre qualquer assunto que vier na cabeça dos autores do blog.
Boas férias!

Estereótipos da UFMG

Quer lugar mais cheio de estereótipos que uma faculdade? Talvez por causa da diversidade de cursos, eles já possuem a sua própria cara. Quem entra naquele mundo, automaticamente vira mais um daquele meio. Vamos dar uma passeada pela UFMG para tentarmos entender isso melhor.

Quando se entra pela Antônio Carlos, o primeiro prédio que a gente encontra é o da Belas Artes. Ah, a Belas Artes... lugar dos cursos mais inúteis da Federal, onde as pessoas são doidas, andam fantasiadas e precisam fazer um dia do Orgulho Hétero, devido ao grande número de homossexuais do local. Nunca frequente as calouradas da Belas se você não quer se misturar.

Andando um pouco, você encontra o complexo FALE, Ciências da Informação e FAFICH. O primeiro prédio é composto pelas pessoas que fizeram vestibular por fazer, possui mais mulheres (em sua maioria senhoras mais vellhas) do que homens. Também é o prédio que possui mais homossexuais da UFMG (reza a lenda que a comunidade do Orkut: "Orgulho hétero FALE" conta com apenas 56 membros desde a sua fundação). Junto com a FALE tem a FAFICH, famosa por seus estudantes comunistas e revolucionários. Tilelês por natureza, eles mandam as pessoas abraçarem árvores e não é difícil vê-los fumando alguma coisa no milharal (quando esse ainda existia). E não podemos esquecer dos maiores habitantes desse espaço: os gatos. Já com relação à Ciência da Informação não existem dados, porque ninguém nunca viu e nem sabe o que faz um estudante de biblioteconomia.

O prédio vermelho do lado da FAFICH é a FACE, lugar das pessoas mais engomadinhas e frescas da UFMG. É o único prédio que tem catracas sem algum motivo aparente, só porque eles são estrelinhas demais e têm seus próprios crachás para entrarem no prédio. Eles passam pela roleta olhando para todos com uma cara de superior, com suas roupas sociais e pastas pretas.

O ICEX é o prédio rosa salmão da UFMG. Ele é composto basicamente por nerds magrelos e de óculos, que ficam o dia inteiro na frente do computador. O único contato desses seres com uma mulher é quando alguém manda um e-mail com as gostosas da semana. Além disso, o prédio abriga os calouros de engenharia...

O prédio de engenharia é o mais novo do Campus, feito para todo mundo ficar perdido dentro dele (o primeiro andar fica no segundo, só para se ter uma ideia). Nele se encontram os caras mais bombadinhos e sem cérebro da UFMG, que só fizeram engenharia porque o pai quis e pensam que vão ganhar dinheiro com isso. Os alunos desses cursos têm uma peculiaridade: só deixam de ser calouros no quinto período, quando ganham a condicional do ICEX e podem frequentar de fato o seu prédio.

O último prédio importante da UFMG é o ICB, lar dos seres mais bonitos do Campus e do pior cheiro. Assim como a engenharia, ele foi pensado para as pessoas se perderem dentro dele. Se bem que, se você souber que o mapa é espelhado, tem passagens secretas e funciona como se fosse a matrix, você não se perde.

Farmácia (drogados), Departamento de Química (doidos), Odontologia (aqueles que acham que são médicos), Educação Física (outros bombadinhos sem cérebro), veterinária (zoófilos) e Música (oi? Quem?) nem merecem ser citados porque não fazem parte do grande complexo de prédios da UFMG. Ou seja, os alunos são tão nocivos ao convívio humano que precisam ficar isolados do mundo.

Tudo isso não passam de estereótipos dos prédios, que acabam passando para as pessoas. Mas quem disse que não é assim mesmo?

Todo mundo tá em um


Estereótipos! Quem nunca caiu em um... ou melhor será que todos nós não nos enquadramos em um?

No sentido literal estereótipos seriam uma imagem pré-concebida que temos de uma determinada coisa ou pessoa, que normalmente são fundadas no famoso NADA! E mesmo assim continuamos a disseminá-los.

Os estereótipos, pra quem não sabe tem ampla aceitação no Ocidente, e são culturalmente difundidos atribuindo frequentemente características depreciativas a um determinado grupo de pessoas. No entanto esses mesmos estereótipos quando adaptados a uma versão humorística deixam passar despercebido o preconceito que carregam, já que o que o pensamento geral é de que o que gera risadas não pode, em hipótese alguma trazer algo de ruim em si.

A questão mesmo é que sendo motivo de risada ou não os estereótipos estão aí, e quando não estão... pode ter certeza que alguém vai criar um para colocar você nele!


Samba, futebol e mulher

Diz a definição que estereótipos são imagens preconcebidas sobre algo. Ora, moramos no Brasil! Quer coisa mais estereotipada que isso lá fora? Provavelmente agora mesmo vocês estão sendo assaltados, observando a floresta amazônica pela sua janela, dançando um samba ou jogando futebol. Seja por ironia ou por puro desconhecimento mesmo, a imagem que alguns estrangeiros têm do Brasil não é nada real. Estão aí as séries e filmes para provarem isso.




Se temos mulheres e damos nome até a um tipo de depilação (a famosa brazilian wax) naturalmente, os seriados iam explorar isso. Em Ugly Betty, Wilhelmina Slater aproveita uma viagem pro Brasil para retocar algumas partes do corpo. A cena inclui até os famosos diálogos em português nos filmes norte-americanos, que se parecem com tudo, menos com o português do Brasil.



Esse é clássico: Os Simpsons visitando o Brasil. Não dava pra realmente esperar algo sério vindo disso, por isso dá-lhe ratos correndo pela rua, assaltos e florestas no meio da cidade.



Se vai mostrar que os personagens estão no Brasil nada melhor do que colocar uma imagem do Cristo Redentor. Não importa o contexto. Falou do Brasil, coloca alguém no Cristo e todo mundo reconhece.

Toca um sambinha no fundo, mulheres defilando com pouca roupa, umas árvores aqui e ali e pronto, bem-vindo ao brasil dos estereótipos!

Estereótipos

Estereótipo. Do grego stereós, sólido + typos, tipo. "impressão sólida"

# conceito infundado sobre um determinado grupo social, atribuindo a todos os seres desse grupo uma característica, frequentemente depreciativa; modelo irrefletido, imagem preconcebida e sem fundamento;

# clichê, chavão, lugar-comum: termo ou expressão batida, muito usual e comum, sempre usada de forma inalterada; frase feita.

Essa semana no Sem Pauta vamos falar sobre os estereótipos. Aquelas imagens que temos de alguém ou algo sem nem mesmo conhecer, aqueles clichês que perpetuamos. Livre-se dos preconceitos e nos acompanhe.

Apologia à agenda


Essa semana o tema do Sem Pauta era esquecimento, e por mais incrível que pareça meu atraso não foi esquecimento, e sim um pequeno (grande!!!) problema de ficar três dias sem internet.

Mas voltando ao esquecimento, que é o que está em pauta, eu nunca fui uma pessoa muito esquecida, minha memória sempre foi boa, boa ao ponto dos meus amigos sempre brincarem e falarem que ela á igual a de um elefante.. realmente eu me lembro de umas coisinhas que ninguém lembra, e sempre quando algum deles quer saber alguma coisa vem atrás de mim.

Tudo bem que minha memória é boa, mas desde que entrei pra faculdade uma coisa estranha vem acontecendo, não sei se a redução nas horas de sono tem alguma coisa a ver com isso, ou o stress constante que vivemos, ou o número de coisas que temos que fazer diariamente... mas cada vez mais dependo da minha fiel agenda. É ela que garante que eu faça tudo em dia e não me esqueça de fazer nada, esse post por exemplo estava salvo no Word desde quinta, e na minha agenda tinha um grande ok na frente dessa atividade, na sexta era só dar o famoso control+c, control+v e pronto, mas a internet me deixou na mão.

A questão é que nos dias de hoje não sei como faria sem a minha companheira, sem ela o pânico se instauraria na minha vida, pois minha agenda garante que eu viva um dia de cada vez, sem ela eu fico pensando no monte de coisas que eu tenho que fazer e acabo não fazendo nada! E isso é um fato!

Estágio Dory

Eu juro que já tentei.

A primeira coisa que eu fiz foi comprar uma agenda. Ela funcionou bem... na primeira semana. O engraçado é que até hoje ela continua andando comigo na mochila, mas serve mais como uma anotação dos filmes que eu vi e dos livros que eu li do que como uma agenda propriamente dita. Eu me esforcei bravamente para usá-la, mas acabou ficando sem utilidade.

Depois disso, tentei usar um papel que andava comigo sempre, dobrado e colocado estrategicamente no bolso de trás da minha calça. Ele funcionou muito bem por um tempo, mas eu acabei percebendo que estava gastando papel demais nessa brincadeira. E como eu sou ecologicamente responsávEl (#ahancláudia), abortei essa prática e tentei pensar em alguma coisa mais eficiente.

Post its são soluções muito legais. Comprei alguns e comecei a pregar minha To do List na tela do computador. Como eu tenho um TOC violento por deixar as coisas mega organizadas do jeito que eu quero, aqueles papeizinhos coloridos me incomodavam muito, então eu ia lá e resolvia tudo. O problema é que os post iis acabaram e eu não comprei mais. Isso já tem muito tempo. Sempre esqueço de comprá-los...

Atualmente eu estou andando com um bloquinho de anotações. Me sinto muito jornalista andando por aí com um destes e, até então, tem funcionado bem para me lembrar das coisas que eu tenho para fazer. Eu vou lá, anoto as coisas e depois coloco um imenso OK na frente da tarefa. Simples. O problema vai ser quando eu esquecer o bloquinho em algum lugar que eu for e perdê-lo de vez, afinal vocês estão falando é sobre mim.

Quando eu tenho muitas coisas para fazer, eu entro em um Estágio Dory. Sim, Estágio Dory, aquela mesmo do Procurando Nemo. Só para se ter uma ideia, eu já larguei esse post de lado umas cinco vezes, simplesmente esquecendo o que eu estava fazendo. Nesse meio tempo eu comecei a escrever um e-mail (que ainda não terminei), decidir algumas coisas de um trabalho final (que está pela metade) e assistir a um vídeo no Youtube (que está paralisado há duas horas em um ponto perto do final, porque eu tava esperando ele terminar de carregar).

Ou seja, memória fail. Se alguém tiver alguma outra forma de me lembrar dos compromissos que eu ainda não tentei, favor me informar. Mas manda um e-mail, porque pelo menos ele fica arquivado em algum lugar...