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Estranhou esse tempo todo sem textos?

Pois é, o tema dessa semana era feriados. Pelo visto, os membros do Sem Pauta ainda estão na ressaca do carnaval e/ou desanimados com a volta às aulas. Se servir de algum consolo, o próximo feriado é no dia 2 de abril, sexta-feira da paixão.

Ou talvez tudo isso foi um teaser muito bem elaborado para o tema da próxima semana: preguiça. Que é exatamente o que eu estou sentindo ao tentar fazer escrever este post. Até mais então.

Eu e meu Super Nintendo

Passei a maior parte da minha infância brincando na rua. Essa é a maior vantagem em morar em um bairro que é longe de tudo e de todos, pois as coisas tendem a ser mais tranquilas. Joguei muito “1 toque” (vulgo paulistinha), brinquei de esconde-esconde, pique-pega, escolinha... sei lá, foi uma infância mega divertida.

Mas todos esse momentos com os amiguinhos na rua eram sucedidos por uma partida de vídeo-game totalmente excelente. Desde que eu me entendo por gente eu tenho o meu fiel Super Nintendo. E desde que eu sou um pivetinho que eu convivo com os jogos do Mario.

O Super Mario World foi o primeiro jogo de vídeo-game que eu joguei e zerei em toda a minha vida. Eu tinha, sei lá, cinco anos ou um pouco mais. E posso falar que desde aquela época esse deve ser o jogo que eu mais joguei em toda a minha vida.

Mas quem fala que vídeo-game é uma coisa solitária está muito enganado. Uma boa parte da minha infância se passou na frente da TV com os meus amigos. Desde lutas acirradas no Mortal Kombat ou no Street Fighter a corridas alucionantes no Mario Kart, Top Gear ou FX zero. E depois disso tudo, ainda sobrava tempo pra nos explodirmos no Bomberman.





Eu fui testar meu Super Nintendo esses dias aí pra trás e vi que ele morreu. Tô precisando de outro... alguém sabe onde eu consigo um?

Pedala!

Sabe qual era minha brincadeira de criança favorita? Não era carrinho, certamente não era futebol. Eu amava Legos, isso sim, mas considero que não seja exatamente de criança, vendo como muitos adultos hoje em dia continuam comprando e montando os danados.

Não, se tinha uma brincadeira que requeria pouco mas rendia muito, era andar de bicicleta. O quê? Mas andar de bicicleta tudo mundo faz, inclusive adulto! Tá, eu sei, mas é que, com minha bicicleta, eu vivi aventuras que nenhum adulto poderia viver.

Se por um lado eu tive pais que não me deixavam sair na rua com minha bici (a gente chamava elas assim na Argentina), por outro lado eu fui abençoado com um jardim espaçoso que dava mais do que conta do recado. Eu e minha irmã ficavamos no começo do jardim, tomavamos impulso e davamos voltas insanamente rápidas pelo lugar, quase atropelando tudo mas a maioria das vezes não atropelando nada.

Na nossa cabeça, claro, não eram só voltas. Sempre tinha uma história por trás: Ou estávamos em uma montanha russa (que, na história, passava por dentro de um shopping, vai saber por que), ou fugindo de uma tsunami (tirei isso do noticiário), ou lutando com um T-rex (isso foi, claro, depois de Parque Jurássico).

Enfim, eu, minha irmã e nossas bicicletas temos lembranças pra toda a vida. Nossos joelhos, cotovelos e roupas também.

Um modelo que ninguém conhece

 Modelo é uma cidade de Santa Catarina e, portanto, deve estar cheia de pessoas bonitas. Fica a 650 km da capital, que, prá quem matou as aulas de geografia, é Florianópolis. Tem quase quatro mil habitantes e está sob a administração do prefeito tucano Imilio Ávila.
 
E de onde vem esse nome? João Muxfeld, colonizador originário de Ijuí (RS) achou que o lugar prometia muito, e que um dia seria tão formosa quanto a fazenda de um amio seu, lugar que ele a-do-ra-va, que se chamava... isso mesmo, Modelo! E aí ficou esse nome.

Ela é conhecida (?) como a capital do verde, e abriga festas como o Festival de Chope (maio), a Festa Estadual do Porco Assado no Rolete e o Festival de Música Gaúcha e Sertaneja (dezembro), o Festival Interestadual da Canção (outubro/novembro) e a Festa de São Cristóvão (janeiro).

A vida, o universo e meus mestres

Um dia eu ainda quero ser um escritor. É tipo um sonho de infância, uma coisa que eu sempre quis fazer, mas nunca tive disciplina suficiente para concluir. Enquanto eu não consigo concretizar isso, eu vou lendo. E mesmo tendo lido muito pouco nessa vida, já li muito de alguns autores para poder dizer com certeza que eles são aquilo no que eu me espelho.

No terror temos Stephen King. Uma lenda viva nesse gênero, com clássicos como “A coisa”, “Cujo”, “Carrie, a estranha”, “Saco de ossos”, entre outros. King consegue me levar para o mundo dele, me dizer quer há um monstro na história sem nem mostrá-lo. Consegue me deixar com medo a ponto de evitar olhar pra geladeira depois de ler “São de ossos”. Consegue conduzir uma trama de maneira brilhante. O mais interessante é que um dos meus livros preferidos dele não é de terror. “Quatro estações” é onde ele trabalha um lado mais humano dos personagens, mexe com o psicológico de cada um deles.

Na fantasia tem o insuperável Tolkien. Nem precisa falar muita coisa da pessoas por construir a Terra Média e criou toda uma mitologia por trás disso. Podem falar que os livros são descritivos demais, que enrolam muito. Só que se não fosse assim, não teria a menor graça. E sempre que eu leio as obras do Tolkien, eu me sinto envolvido de tal maneira que eu nem percebo a extensão do que estou lendo. Simplesmente flui e, quando eu percebo, o livro já acabou.

No sarcasmo e humor vem Douglas Adams. Até hoje eu não consegui definir qual dos livros da série do “Guia do mochileiro das galáxias” é mais brilhante. Se eu falei que a leitura do Tolkien flui, a de Adams escorre na sua mão. E é melhor tomar cuidado, porque o humor ácido e inteligente do autor pode corroer tudo a sua volta.

Dentre os brasileiros Machado de Assis é insuperável. A vida como é retratada por ele faz com que tudo fique mais claro. Lógico que por ângulo machadiano. Assim como Adams, a sua inteligência e o seu estilo próprio de humor faz com que suas obras seja únicas e incopiáveis. Um mestre...

Se um dia eu chegar a escrever 1% do que esses aí de cima escreveram, eu já me dou por feliz. Enquanto isso eu vou brincando de jornalismo e, quem sabe um dia, algum blog esteja comentando um livro meu...

IT Girls

Influenciada por uma colega de trabalho, resolvi escrever sobre as IT Girls, já que o tema da semana é "modelo".
O que são it girls? Simples, são meninas que causam.
São meninas, sejam elas de que tipo forem, que chamam a atenção e atraem olhares por sua irreverencia e originalidade. São aquelas que conseguem escolher peças aqui e ali e juntar em um perfeito quebra-cabeça.
Para ser IT é preciso ter atitude. Mais que isso, auto-confiança. Porque as pessoas olham. E nem sempre com uma cara muito boa... novidades geralmente demoram a ser aceitas na sociedade, em que muitas pessoas ainda são BEM conservadores.
Eu particularmente gostaria de confiar mais em mim mesma para me vestir de uma maneira irreverente... porem bonita logico!
Mas sempre quando boto o pé para fora de casa, corro e troco de roupa, ou tiro um pouco de acessórios, coloco um sapatinho básico e saio normal... como a maioria das pessoas.

Aqui vai algumas fotos de it girls...

Alexa Chung


Olsen


Nicole Rich


Paris Hilton,


Não só nessa linha de estilo existem as It Girls... elas existem entre os góticos, roqueiros, emos, patricinhas e sei lá como são chamadas essas 'tribos' hehehehe
Essas são umas das que eu adoroooo olhar fotos e invejar a ousadia delas... Lindas,
não??
Agora, apesar de eu achar uma maldade colocar a menina vestida igual gente grande (criança p mim usa roupa de criança, calça de lycra e camiseta cumprida com sandalias de plástico ou couro), ela eh linda. Uma já muito bem requisitada, IT GIRL.

Suri Cruise

Diga-me a quem segues

O quê é modelo para você? Um exemplo? Uma prévia? Uma maquete? Um documento padronizado? Uma adolescente anoréxica? A Gisele Bündchen?

A palavra modelo tem vários significados, mas todos remetem à mesma coisa: Um modelo não é um objeto em si, mas algo que indica o que outra coisa deveria ser. Inclusive as modelos de moda, elas mostram como a roupa deveria ficar em você.

Para mim, os modelos são o que nos forma na vida. Em cada fase da minha vida houve um modelo que me guiou e me mestrou o que eu deveria ser: Filho, estudante, profissional... Sempre tentei seguí-lo e me conformar a ele.

E sabe o melhor? Eu provávelmente acabei virando o modelo de alguém. Assim como muitos outros foram inadvertidamente meus modelos, eu posso vir a ser a aspiração de outra pessoa. Enquando eu não ficar me fechando em quartos de hotel com grandes quantidades de droga e vomitando tudo o que comi, acho que vou estar bem...

O trabalho mais difícil de todos os tempos


Atire a primeira pedra quem nunca fez uma fofoca. Já aviso que quem jogar uma pedra em mim vai levar quatro de volta por causa da mentira. Não dá pra negar. Alguma vez na sua vida você já deve ter escutado ou dito a seguinte frase: “Senta aí que tenho um troço pra te contar sobre fulano”. Se você não ouviu, simplesmente se mata, você nunca teve amigos.

Mas e quando a frase acima vem acompanhada de um “promete que não conta pra ninguém”? Falar isso é pedir para que a pessoa conte pra alguém, que conta para alguém, que vai contar pra Deus e o mundo. O começo de uma fofoca é sempre desconhecido, mas na maioria das vezes o resultado é espantoso.

E quando a pessoa é curiosa? Eu sofro desse mal, pois sou mega curioso com tudo que aparece em minha volta. Além disso, eu falo demais. Fui aprendendo com o tempo que essas duas características juntas são muito perigosas. Aprendi também a guardar segredos com certa facilidade.

Tudo bem, guardar segredos é difícil. Muito. A língua coça, voe pensa setenta milhões de vezes antes de fazer qualquer comentário. Isso só tende a piorar quando você é a única pessoa a saber daquele segredo. Quando tem uma outra pessoa que sabe, você pode simplesmente conversar com ela, comentar a fofoca e todos ficam felizes e satisfeitos. Segurar o fardo sozinho é que é foda...

Pense bem antes de contar qualquer coisa, mas pense melhor ainda quando decidir que vai guardar um segredo de alguém. Essa tarefa eu acho que nem Hércules conseguiria executar.

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A arte do início do post é desse cara aqui. Vale a pena dar uma olhada no trabalho dele...

fofocar

*Comentar
*Destacar o óbvio
*Falar sem maldade
*Repassar informações.




Eufemismos para o verbo fofocar.
Todo mundo fofoca... mulheres e homens também. Fofocar faz parte do relacionamento entre seres humanos. Ninguém consegue ouvir, ver ou pensar algo sem comentar com outra pessoa buscando aprovação, compartilhamento ou diversão.

O engraçado é a cara típica das pessoas que estão fofocando: a mão na boca e o olhar lateral à espreita de alguma testemunha ocular do fato.

A diferença das fofocas é a natureza delas. Se a pessoa fofoca com a intenção de disseminar algo que vai machucar terceiros, a fofoca não é boa e deve ser cortada pela raiz. Porém a fofoca que é feita pelo simples fato de comentar e compartilhar... essa fofoca é inocente e não faz mal a ninguém!...

Aquela, que vem e que passa...

Você com certeza a conhece. Ela já te acordou no meio da noite, sem sair da sua cabeça. Ela invade suas conversas inocentemente até você ficar louco. Se ela entra numa sala, todos, independente de sexo ou estado civil, lhe dedicam completa atenção.

Da primeira vez que ela tentou te seduzir, você resistiu. "Isso são os outros que fazem, não eu", você pensou. "Não sou como eles". Mas a curiosidade foi maior. Ah, se foi. Uma vez que ela entra na sua vida, não tem como expulsar. E ser fiel, com ela de por meio, não tem como.

Ela sabe de seu poder. Invade seus momentos de trabalho mais árduos e nem pede desculpas. Monopoliza os lanchinhos no meio do expediente sem vergonha. Faz virar cabeças por onde seja que passa e nem dedica uma piscadela, indo embora tão rápido quanto chegou. Lá vai, invadir a vida de outro. Para ela, não há portas fechadas.

E essa é a pior parte. Quando ela vai, você sempre fica com um gostinho de quero mais... e liga para quem for preciso, porque você quer...FOFOCA!