Você sabe que você quer...

No mundo de hoje, dinheiro é tudo. Quem diz que não é porque, sabe, não tem. Pois é, aquelas conversas de "meu celular serve pra fazer ligação e mandar mensagem" ou "câmera com filme é a mesma coisa" só justificam a falta de grana pra comprar coisa melhor. E quem nos inculca essas idéias na cabeça? Nossa querida amiga... a PUBLICIDADE!


E diga lá, Michaelis, o quê é publicidade:
publicidade: pu.bli.ci.da.desf (público+i+dade) 1 Estado ou qualidade do que é público. 2 Divulgação de fatos ou informações a respeito de pessoas, idéias, serviços, produtos ou instituições, utilizando-se os veículos normais de comunicação. 3 Com Toda forma de divulgação de mensagens, por meio de anúncios, com o fim de influenciar o público como consumidor. 4 Atividade de publicitário. P. estática, Propag: formas de publicidade que apresentam uma imagem estática: cartazes, faixas, outdoors.

Briga de Egos

Uma das maiores diversões na internet é fuçar sites de fofoca. Com notícias de alta relevância, eles divertem dias entediantes, nos fazem perder horas na frente do computador descobrindo minúcias da vida dos famosos, enfim, uma ótima fonte de informação para todos nós.

Quando o Michael Jackson morreu, eu vi a notícia pela primeira vez no TMZ, um site de fofocas norte-americano. Em menos de um minuto, todo mundo já estava comentando isso via Twitter, afinal, a morte já era certa por lá.

Aliás, onde mais eu conseguiria encontrar notícias como “Mariana Rios ganha beijo do namorado em festa surpresa”, ou mesmo saber que essa tal de Mariana Rios "Aproveita a vida à beira do fogão de lenha na fazenda do seu avô". Bem, a única coisa que o Ego não me informa é quem raios é Mariana Rios. (Tá, isso foi drama. Eu sei que ela é uma menina da Malhação. E só porque é bonita...)

A gente pode zuar a vontade, mas todo mundo tem sua pontinha de Gossip Girl. Todo mundo se interessa por saber sobre a sua celebridade favorita, o que ela anda fazendo, com quem está saindo, como está sua vida pessoal, sua vida sexual, sua vida profissional. Enfim, todo mundo adora saber essas coisas.

Quer fazer um teste? Diga pra alguém que você precisa contar alguma coisa muito legal pra ela, mas depois diga que não pode contar. Sempre funciona. A fofoca é mais forte que qualquer um...

Mas por favor, não vamos nos deixar virar o Ego, né? Por que saber que a Mirella Santos saiu para fazer compras com a Mulher Samambaia já é demais...

You and me could write a bad post...

Este post é dedicado a um amigo muito querido, cuja presença marca este blog profundamente. Pro que eu sei que se ele tivesse que escrever um post sobre celebridades, ninguém poderia gritar "Lady Gaga!" mais alto ou mais rápido. E, assim, mesmo não sendo minha celebridade favorita, escreverei um post sobre ela.




O que posso dizer? No começo, me enjoava. Não, mentira, não me enjoava. Me incomodava. Como uma estranha desconhecida conseguira lançar três singles (seus primeiros três singles) e fazê-los chegar ao número um da Billboard? Não, não, essa moça tava se achando. A fama não é assim.

Aos poucos, no entanto, comecei a entender: Para Lady Gaga, a fama é assim. Seu album, intitulado propriamente "The Fame", foi feito para agradar. Chocar, talvez, mas principalemente agradar. Tudo mundo sabe que suas músicas não saem da cabeça. Você passa pela rua e lá está um mendigo cantando "po-po-po-po-poker face", ou desce para um café e a secretária do seu estágio está murmurando "let's have some fun, this beat is sick" e pára na parte do "disco stick" quando percebe que você está olhando. Mas se você é um bom Gaga, você simplesmente completará a parte da letra que falta e acenará com a cabeça. Lady Gaga é estranha. Quem a escuta não precisa se normal.

Sua estranhice não iria contra esse ideal de agradar? Muito pelo contrário: Gaga sabe que nos prende com seus ritmos e sua voz meio Christina Aguilera meio sintetizador digital, portanto não se importa do quê achamos de sua roupa ou seus clips. Como ela mesma grita em seu novo single, "I'm a freak bitch, baby!", e talvez seja isso que a torne mais famosa. Mais do que esperar por ela, esperamos pelo seu novo clipe ou apresentação bizarra, que comentaremos sem parar, com os olhos bem abertos e reptindo "O quê foi isso, cara? Muito louco! (e não num sentido bom)".

"Lady Gaga: Ame-a ou deixe-a" seria um lema adequado. Aparentemente, não se pode ser indiferente a ela: Uns gostam, outros não aguentam ouvir falar dela. Mas todos falam. E é justamente isso que ela quer.

como ser uma celebridade?

O que fazer para virar uma Celebridade?

Existem pessoas que fazem de tudo para aparecer na Televisão e ficarem famosas, ou então que usam de todas as situaçoes para aparecer na mídia. Exemplo? A menina da Uniban que recebeu até convite para a playboy depois do escândalo com sua roupinha discreta. E quando perguntada pelo Fantástico se estava gostando da fama não escondeu sua felicidade e ainda mostrou quais fotos dos jornais ela mais gosta! A menina está se achando...

Mas tem gente que não precisa fazer esforço para ser famosa. Apenas é... Exemplo disso? Paris Hilton!A garota simplesmente nasceu! Vamos analisar: sim, ela é bonita, mas não é de tirar o fôlego... há meninas muito mais bonitas do que ela que não fazem nem um pouquinho do sucesso que ela faz. Ela não é modelo, não é atriz, não trabalha, não faz nada além de beber, sair para TODAS as festas e gastar milhões de dinheiro. Tem alguns muitos cachorros magrelos e um carro personalizado cor-de-rosa... e milhares de produtos com o seu nome. Tudo consequencia da fama... até mesmo o "vídeo pornô" veio depois de ela já ser mundialmente famosa.

Tá, você pode dizer: "ela é famosa porque é rica... milionária...herdeira de uma das maiores fortunas do mundo"... mas você sabe que ela tem uma irmã?

Sim, Nicky Hilton, todinha igual a ela em matéria de herança e que inclusive faz moda e tem sua própria grife de roupas. Alguém sabe dela? Poucos... os flashes estão todos voltados para Paris. E porque?
Honestamente, considero a Nicky até mais bonita que a Paris... e entao? Porque a Paris é tudo o que é? Porque ela está sempre nos sites de fofocas e porque todo mundo presta tanta atenção no que ela está fazendo, que diga-se de passagem, não é grande coisa.

Mistérios da fama... mistério dos fãs... mistério da mídia...

Quem pode explicar?? Simplesmente podemos acreditar que tem pessoas que tem um imã natural para a fama e para as câmeras...certo?

Submundo famoso



Você liga a TV e lá estão elas. Sai na rua e encontra seus rostos estampados em outdoors. A conhecida voz anuncia um produto no rádio. A mesma que toca no seu iPod enquanto você faz sua corrida matinal.

Em todo lugar que olhamos, lá estão elas: as celebridades. Sejam aqueles atores de fato renomados, aquele cantor famoso ou o preferido de todo mundo (ainda que ninguém admita): a subcelebridade.

Sabe? Aquela subcelebridade. Aquele ator que só tem papéis desnecessários nas novelas e que atingiu seu auge numa produção da filha no.3 do seu Sílvio. Aquele (o que ele faz mesmo?) que está sempre no Superpop comentando casos polêmicos ou chorando na Sônia Abrão porque não tem mais a fama (?) de antes. Aquele ex-BBB que não perde uma festa e uma chance de aparecer no TV Fama. Aqueles tantos que ficaram famosos pelo YouTube, viraram referência nos blogs e no twitter, até que um programa vespertino levou eles para a grande mídia.

Vai, você os conhece. Você já riu deles. Já entrou num blog de humor ácido, que comenta tudo que eles fazem para o seu deleite. Já mandou aquele vídeo pro seu amigo no Orkut.

Mas vai. Você também deve ter invejado eles. Não fazem nada, mas todo mundo comenta sobre eles. E pelo visto eles tem dinheiro. Você tá aí: dando duro, no anonimato, e sem nada pra gastar.

Andy Warhol professou aquela frase clichê... No futuro, todo mundo será famoso por quinze minutos. Vá! Coloque um micro-vestido rosa, grave versões para conhecidas músicas pop, encene algo para as câmeras, inscreva-se num reality show. Eu sei que você também quer estar no lugar deles.

The rich and famous!

E aí, queridos leitores? Doidos para saber qual é o tema da semana? Pois é, assim que este tema funciona: Ele cria expectativa, faz as pessoas esperarem por ele, ficarem loucas, gritarem seu nome, pegar seus celulares e tirar fotos como doidas enquanto ele tenta passsar no meio da multidão.


Nosso tema dessa semana é, claro, celebridades! E aí, será que seu favorito vai aparecer por aqui? Vai ficar no suspense! Diga, Piberam, o quê é uma celebridade?]
celebridade s. f. 1. Notabilidade, pessoa célebre 2. Coisa extraordinária 3. Fama, renome.

Os mesmo erros

Nunca havia se sentido tão bem quanto naquela noite. Sentado confortavelmente em seu escritório, o Füher pensava em tudo que já tinha conseguido conquistar até ali. Não tinha muito tempo que estava no poder, mas suas vitórias foram memoráveis e ele tinha certeza que seria lembrado para sempre como o grande salvador do povo alemão.

Polônia, França, Áustria. E esses eram apenas os principais países que ele havia tomado nesse tempo. Imagina só conseguir invadir a Europa inteira? Nossa, esse era o maior sonho da vida daquele homem. Tudo bem que a Inglaterra era uma pedra muito desagradável, mas era apenas questão de tempo para conseguir derrotá-la. Estava em vantagem e sabia disso.

Mas qual seria o próximo passo? Holanda é ilegal demais. Portugal é longe demais. Grécia é grega demais... podia ser a Finlândia, afinal lá só tem gelo mesmo. Ia ser uma vitória muito fácil. Mas não era isso que o Füher queria. Ele precisava de um desafio, algo que mostrasse todo o seu poder frente o mundo inteiro. Lógico que teria que atacar a revolucionária União Soviética.

Tropas prontas, a batalha começou. Os exércitos alemães invadiram boa parte da URRS europeia. Mas o Füher queria mais, muito mais. Queria tanto que acabou sendo derrotado pelo frio e pela falta de comida. Foi o início de uma queda vertiginosa. Ele nunca conseguiria imaginar que aquela derrota seria tão decisiva para a sua queda.

Algum tempo depois,olhando para o vidro de veneno que segurava, o Füher só conseguia pensar em uma coisa... por que raios não havia aprendido a lição com o tal de Napoleão?

O olhar

O menino chora, achando que perdeu da mãe. Que tanto de gente é essa na rua nessa hora do dia? Todos gritando, chorando, rindo, parece que o mundo enloqueceu. E onde está sua mãe?

O menino, sem poder resisitir à força da multidão, caminha em frente, limpando suas lágrimas com as mãos, olhando para os lados e gritando desesperadamente o nome da mãe. Uma das pessoas perto dele o levanta pelos braços. É um velho barbudo, que o olha preocupado.

- Você está perdido?

O menino só assente, fazendo um bico e parando de chorar um momento. O velho o senta nos seus ombros e lhe diz:

- Olhe se você consegue vê-la.

O menino começa a olhar, desde este novo ponto de vista, mas não consegue distinguir a mãe. Algo, no entanto, chama sua atenção. As pessoas abrem espaço para uma caravana passar. Ela é composta de soldados romanos, dos que o menino vê todos os dias e sonha com ser. Sua mãe o reprime, dizendo que os romanos são invasores do povo judeu, mas ele não se importa. O que não daria por ter uma armadura brilhante dessas...

Atrás dos soldados vem outro homem. Ele está banhado em sangue e camina com dificuldade. Atado a seus braços há um madeiro enorme e, aparentemente, muito pesado. O homem não parece ter forças suficientes para carregá-lo e, no entanto, o faz assim mesmo, passo a passo.

O menino esquece a mãe completamente, desce dos ombros do velho e corre para o homem. Precisa empurrar e chutar algumas pernas no seu caminho, mas por fim chega. De perto, os machucados são ainda piores. O cheiro é horrível, de sangue e sujeira e suor. Mas o menino se sente fascinado. Estica sua mão e consegue, por alguns segundos, encostar no homem. Ele se vira, o olha direto nos olhos e sorri.

Um soldado romano lhe dá um tapa na cara e grita para que se afaste. O menino cai na terra, sentado. Não chora. Só fica ali, onde caiu, olhando para o homem que se afasta cada vez mais, até não conseguir vê-lo, até todos terem passado, até ficar completamente sozinho.

Horas depois, o sol se põe, e uma mulher passa chorando pelo caminho. O menino, que não tinha se mexido, sai do seu trance, acordado pelos prantos da mulher. Reconhece sua mãe.

- Mãe, grita, mãe, estou aqui!

A mãe corre até ele, o abraça e lhe mete uns bons cascudos por ter se afastado dela.

- Mãe, o quê esse homem fez? Sabe, o que tudo mundo estava seguindo hoje?

- Não sei ao certo, filho. Eu acho que fomos nós os que fizemos alguma coisa...

era uma vez índios bonitos

Era uma vez alguns índios muito bonitos... que viviam felizes na floresta e tomando sol na praia.Uma vez apareceu um grande objeto vindo do mar, que eles não sabiam o que era. De dentro dele, desceram muitos homens estranhos, que não eram iguais a eles. Eram pálidos, pareciam doentes. E eles tinham o corpo colorido, com uma textura muito estranha.
Mas eles gostaram deles... e fizeram amizade.

Porém ao longo dos anos, essa amizade virou uma coisa nao muito boa. Os homens pálidos maltratavam os índios bonitos e obrigavam eles a trabalhar.Chegaram também outros homens muito escuros que pareciam ser empregados dos homens pálidos. Eles também eram maltratados pelos homens pálidos.Quando os índios bonitos não trabalhavam ou não queriam visitas em sua terra, os homens pálidos matavam eles. Até que chegou um dia que quase não tinha mais indios bonitos.Os índios bonitos tiveram que morrer para que o homem pálido conseguisse espaço para morar com suas famílias.

A Jovem Rainha

- Credo, mãe! Olha a roupa dela



- Ah, vai, mãe! Conta aquela história de novo!
-Filho, você sabe que vai ter pesadelos. Não vou limpar sua cama quando você fizer xixi dormindo de novo não.
-Mãe! Eu já sou grande, você sabe disso.
-Então ta. Vamos lá: Era uma vez, num reino muito, muito distante, uma jovem garotinha que sonhava em ser uma rainha. Seu nome era Maria Antonieta Josefa Joana de Habsburgo-Lorena.
-Credo! Que nome grande e feio. E eu achando que a Geremina Gertrudes lá da sala é que tinha o nome estranho.
- Ela se casou com Luís Augusto quando tinha quatorze anos e...
-QUATORZE!? A dona Lurdinha não tava falando outro dia que a filha da Maria Euguênia tava namorando, que ela não tem idade pra isso e que ela é uma vag...
-Filho! Maria Antonieta virou rainha aos dezoito anos. Sempre fazia festas que encantavam toda a França. Era conhecida por estar sempre bem vestida, com seus volumosos vestidos e o cabelo nas alturas.
-Mãe! É verdade que ela ouvia rock e tinha um tênis que nem aquele do meu irmão? Aquele...Au-istar?
-Não filho...Seu irmão que fica vendo filme demais e te falando essas bobagens. A Rainha usava vestidos grandes, cheios de babados, muito bonitos. Todo o reino tinha inveja dela. Mas ela não conseguia ter filhos e isso deixava seu marido muito triste. Os súditos ficavam rindo dela nos corredores do palácio.
-Ué, vai ver o Rei tava usando camisinha!
- Mas eles conseguiram ter uma filha, Maria Teresa Carlota.
-Iiih, a camisinha furou então.
-Filho! Quem que fica te falando essas coisas? Não vou mais contar história também.
-Ah, termina mãe! Por favor!
-Ah, filho. Você sabe que o final é feio. Não sei por que você me pede essa história. Por que eu não te conto Chapeuzinho Vermelho ou Branca de Neve?
-Eu to grande, né mãe? Não vou ficar ouvindo essas historinhas de criança não.
-Ah filho, no final eles cortam a cabeça dela.
- Credo mãe! Ela não era do bem?
-Ah, é complicado. Teve uma revolução, ela mandou o povo comer brioche...
-Que isso mãe?
-É pão.
-Mas é bom então, né?
-Ah filho, vai dormir, vai.
-Mãe... Por que essa história não termina com final feliz?
-Nem tudo termina bem, filho... Mas pra algumas pessoas isso foi bom.
- Mas e a cabeça dela?
- Ai, filho...

A mesma velha história...



História. Independentemente de quanto você gostava (ou, provávelmente, odiava) na escola, sempre há aquela parte que te toca mais. Pode ser a genialidade/loucura de Napoleão, o poderio do Império Egípcio, ou o drama da Conquista espanhola: Alguma vez você deve ter sentido que nasceu na época errada.


Justamente por isso, o Sem Pauta oferece esta semana nossos momentos favoritos na história, temperados, claro, como nossa visão pessoal! E diga, Wikipédia, o quê é a história?


"História (do grego antigo historie, que significa testemunho, no sentido daquele que vê) é a ciência que estuda o Homem e sua ação no tempo e no espaço, concomitante à análise de processos e eventos ocorridos no passado"

Ah, que saudades

Já se passaram quatro anos desde a última vez que a vi. O problema é que eu nem percebi que eu estava me despedindo dela quando a encontrei pela última vez. Se eu soubesse que ia passar tanto tempo sem vê-la, juro que teria aproveitado melhor, me divertido mais na companhia dela.

Por muito tempo eu estive a ponto de jogar tudo para o alto e ir visitá-la. Mas nunca tive coragem. Meus amigos me chamam de frango e não é a toa. Então imaginem a minha cara de surpresa quando ela me ligou na semana passada para dizer que estava com saudades, que queria me encontrar o mais rápido possível.

É claro que eu fiquei muito feliz, mas ela não podia ter ligado em pior hora. Faculdade, estágios, muito trabalho me deixando completamente louco. Mas não dava para recusar esse convite, afinal, quatro anos é muito tempo.

Então eu topei encontrar com ela. A data ainda não foi marcada, mas já a deixei de sobreaviso. Assim que me liberarem eu vou ao encontro dela. E espero que seja logo, porque eu estou doido para dar boas vindas para as minhas férias

You're NOT welcome here

Já que estamos falando de boas vindas, gostaria de lembrar de alguns casos clássicos em que a chegada de alguém não foi bem recebida. São as chamadas más vindas.

Um dos casos mais conhecidos é o de uma garota loura, cabelo chacheado, dez anos, orfã de pai. A coitada estava caminhando pelo bosque quando encontrou uma casa, e se deu o direito natural de entrar e ficar a vontade. O que ela não sabia é que na casa moravam três ursos bastante mal educados que, dependendo da versão que você leu, ou a botaram pra correr ou a dividiram em três e a saborearam.

Pode acontecer que, na verdade, a culpa seja do hóspede. Tomemos o caso de uma valente tripulação americana que foi para o espaço com objetivos que não vem ao caso. Enquanto estavam lá, receberam em sua nave uma criatura que não só injetou sua prole na barriga de tudo mundo, como ainda por cima devorava quem passase por ela. Não tem como dar boas vindas a alguém assim, não é?

Por outro lado, se as boas vindas forem muito calorosas, pode desconfiar. Dois irmãos abandonados pelos seus pais pão-duros encontraram certa vez uma casa feita de doces. Eles ficaram maravilhados e começaram a comer pedaços do teto e das paredes. A velha senhora que lá habitava os convidou a entrar e lhes ofereceu ainda mais delícias. Um sonho. Só que a velha na verdade estava faminta, e não era de doces. O irmão terminou dentro de uma gaiola sendo engordado como um peru, e a irmã escravizada pelas tarefas domésticas. Graças a Deus a história termina com a bruxa sendo queimada em seu próprio forno, para aprender a ser uma melhor anfitriã.

Às vezes, o desentendiemnto se dá pelas duas partes. Afinal, imagine que você vive em paz e harmonia numa ilha, formando uma comunidade fechada que se entende bem com o lugar e não precisa de mais nada. De repente, um avião cai do céu para atrapalhar tudo. Não seria natural torturar, enganar e eventualmente matar os passageiros? Mas vejamos do outro lado. Se você estava em um corriqueiro vôo partindo de Sidney, não é sua culpa que ele caia. E estar em uma ilha perdida já é castigo suficiente como para, ainda por cima, ser mal tratado por quem mora lá.

Enfim, as más vindas abundam. Mas fique calmo, aqui você é bem-vindo.

seja BEM vindo!


Qual sua expectativa em relação aos próximos seis meses???

Serão bons momentos, grandes vitórias, histórias engraçadas? O que vai acontecer conosco ao longo do próximo semestre, qual será nosso destino daqui pra frente?

O que eu posso dizer é que o destino do Sem Pauta é o SUCESSO! Venha conosco, ao longo dos próximos seis meses, descobrir como um tema pode ser desdobrado em vários assuntos das mais diversas e divertidas maneiras.

Aprenda a descobrir o perfil de cada um dos escritores do blog, e se identifique com um deles. Dê sugestões para melhorar nosso trabalho! Nosso blog, precisa de VOCÊ!



VEEEMM!!!...

Sobre começos e incertezas



Se as despedidas são geralmente tristes, é de se esperar que as boas vindas, um novo começo sejam alegres, não? Talvez.
Começar um novo curso, ingressar em uma empresa diferente, entrar em um grupo consolidado. Todo mundo já passou por isso e pelas sensações estranhas causadas. A sensação de estar perdido, de não saber o que falar e fazer, a recepção que terá. Alguns o acolherão de braços abertos. Outros irão ignorá-lo ou desprezá-lo.
Passei por isso há três anos quando mudei de colégio, no início desse ano como calouro de Comunicação e agora, entrando na CRIA Ufmg Jr. Fácil perceber essa situação pela minha cara confusa, olhando de um lado para o outro, mas sempre fingindo que sabe o que está fazendo.
O começo representa sempre um desafio. As dificuldades e novidades que não estamos preparados. O mais fácil acaba sendo não receber coisas novas. Continuar no mesmo caminho, acostumar com o que já se tem, não se propor desafios.
O final tem a expectativa da conclusão – seja ela boa ou ruim. O começo só traz incertezas. Mas não está aí a beleza das boas-vindas? O (re)começo, o novo, o desafio. Ou talvez eu só esteja tentando ser otimista.

Mais uma vez...


O Sem Pauta começa uma nova gestão! Michell foi-se embora, e Anna continua como colaboradora (o que quer dizer que ela vai postar um vez por gest... quer dizer, mês). E, passando ao tema da semana, damos as Boas Vindas ao nosso nova colega Diogo e a todos os leitores que com certeza ganharemos nesta etapa que começa agora e vai até abril! Dentro de pouco estreiaremos também no twitter, aguardem!

E vai aqui o Michaelis tem a dizer sobre nosso tema:

boas-vindas
bo.as-vin.das
sf pl Expressão de felicitação pela chegada de alguém.

PS: Não reclamem da imagem... afinal, o jornalismo é como a turminha do Pooh: você pode não gostar, mas eles fazem sucesso!

Eu declaro o fim

Após seis meses de trabalho, discussões, caras feias, reconciliações, bons momentos e amizades, decreto oficialmente encerrada a gestão 2009/1 da CRIA UFMG Comunicação Jr. É hora de despedir de alguns amigos e companheiros de trabalho e dar boas vindas aos recentemente efetivados trainees.

E haverá mudanças no Sem Pauta também. Lott e Anna estão dando adeus ao nosso convívio. Então, pra quem estava acostumado às postagens cheias de imagens do Lott, pode ir ficando triste. Pelo menos a Anna arrumou uma substituta tão mulherzinha quanto ela, né Mandy? Mas nem por isso vamos deixar de sentir muita falta dela por aqui...

Eu e Francisco também vamos continuar. Meus textos avulsos e os textos voltados para o lado literário do Chico continuarão aparecendo por aqui. Quanto aos dois trainees, não sabemos ainda o que esperar do estilo deles. Diogo e Isadora, sejam muito bem vindos ao nosso núcleo de Jornalismo!

Aliás, ao mesmo tempo que esse é o último post da gestão 2009/1, esse também é o primeiro da gestão 2009/2, uma vez que a troca de gestão ocorreu ontem. E o futuro da empresa ainda é incerto. O curso de Comunicação Social da UFMG está passando por mudanças estruturais e a CRIA terá que se adaptar a isso. E a próxima gestão será essencial para isso.

Enfim, eu queria agradecer muito os que passaram por aqui nesse período e dar boas vindas aos que estão chegando. Que todos vocês possam tratar essa empresa com o carinho que ela merece e se dedicar de corpo e alma para fazê-la continuar crescendo.

Llévame...

Como são altas horas da noite e é meu dia de postar, eu vou fazer uma gambiarra. Mas nem tanto assim. Quando me falaram que o tema desta semana é "despedida", lembrei de uma música dela que chama assim mesmo, feita para a trilha sonora de "O Amor nos Tempos de Cólera". Segue a letra com comentários abaixo:


No hay mas vida, no hay
No hay mas vida, no hay
No hay mas lluvia, no hay
No hay mas brisa, no hay
No hay mas risa, no hay
No hay mas llanto, no hay
No hay mas miedo, no hay
No hay mas canto, no hay

Llévame donde estés, llévame
Llévame donde estés, llévame
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más

No hay mas sueños, no hay
No hay mas tiempo, no hay
No hay mas miedo, no hay
No hay mas fuego, no hay
No hay mas vida, no hay
No hay mas vida, no hay
No hay mas rabia, no hay
No hay mas sueño, no hay

Llévame donde estés, llévame
Llévame donde estés, llévame
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más...
sufre más...


Ler a letra só não adianta, tem que escutar a música. Quando ela entona esse "llévame", com toda a dor, não dá pra quase não chorar. Nossa despedida não é tão trágica, mas como a própria música diz, "Cuando alguien se va, él que se queda sufre más"... Dedico esta canção a todos aqueles que estão indo embora e ajudaram a fazer da gestão 2009/1 inesquecível.
]


Mania de tristeza

Vamos falar de despedidas.Porque as pessoas tem mania de fazer com que as despedidas sejam tão tristes? Choram, afogam-se em lágrimas sendo que a saudade ainda nem começou a doer..
Falando em saudade... essa palavra tão peculiar. Significa tanta coisa em apenas sete letras. Uma delas é essa tristeza.
Uma vez eu li que o poeta é aquele que finge sentir uma dor que não sente. Somos todos poetas então.

Despedidas podem ser um momento de alegria. Alguns exemplos:

  • Aquela família chata que está há 15 dias na sua casa, dormindo no seu quarto, porque sua mãe insiste que eles precisam de privacidade e que você não vai se importar com isso. Quando vão embora, é despedida. Mas é bom, como uma alívio para as costas, cansadas de dormir no colchão no chão.


  • Despedir das férias é um momento agradável. Por mais que neguemos, ninguém aguenta o marasmo por muito tempo, nem a maresia - a praia é comumente o destino dos brasileiros em férias, estou errada?


  • Quando se está indo viajar, o outro lado da moeda. Despedir de casa e falar : TCHAU! Estou indo descansar, não quero saber de parentes, de amigos de fachada, de chefe, trabalho, preocupações. Nem mesmo de dieta! Estou saindo de férias. Isso não me parece triste.


Em apenas três tópicos, citei situações em que despedir não é tão triste. Certo?
Então porque quando nos falam em despedidas nos vem à mente o chororô, a saudade antecipada, as malas repletas quase estourando, as pessoas que não veremos mais...
É a mania de tristeza... de achar problema aonde não tem. Temos essa mania, não temos?