Jornalismo&vida.



Quando estamos sem idéia nem inspiração para escrever, desenhar, criar, fazer almoço (?!), enfim, qualquer coisa, nada melhor que procurar inspiração na Internet, na televisão, numa revista próxima ou até mesmo conversando com a pessoa mais próxima de você.

Ao me deparar com a situação de ter que postar aqui no sem pauta, fui dar uma lida nos últimos posts do site e cheguei a uma conclusão que, metalinguisticamente me levou a falar do assunto que falarei. Tal conclusão é a seguinte: o site já não é mais o sempauta.com. Talvez mudemos o nome para: oqueacontecenavidadosmembrosdojornalismo.com. Opa, mas peraí! Isso não é um fenômeno só do nosso ilustríssimo blog!

Deixando de lado as musicas da infância da Anna, os hábitos televisivos das férias da Mandy, o ódio por escolhas do Chico, a ENEJ Experience do Brunin e a Disney Addiction do Lott, há de se encarar o fato de que o limiar jornalismo/vidaprivada está cada vez mais tênue!

Com a Internet, primeiro vieram os blogs, onde qualquer um pode escrever o que quiser. Os jornalistas de renome, mesmo sendo os porta-vozes dos grandes meios de comunicação, não deixaram passar a oportunidade de falar do seu próprio jeito em seu próprio blog! O Youtube veio trazendo também em forma de vídeo informações em primeira mão gravadas direto do celular privado de um passante! E o que dizer do mais novo fenômeno-arrasa-quarteirão chamado Twitter? Antes de sair no Plantão da Globo ou na pagina inicial do New York Times, alguém já tuitou o acontecimento e o mundo inteiro já está sabendo! E logo depois a mesma pessoa tuitou que ia ao banheiro fazer o número dois.

Assim, a liberdade que a Internet trouxe estremeceu consideravelmente o muro que existia entre o que é privado da minha vida e o que é uma notícia que vai mudar o mundo. E pra complicar ainda mais essa barafunda, não é que os grandes veículos de informação resolveram criar blogs, perfis no youtube, twitter e o que mais aparecer por aí!

Bom, agora deixa eu ir porque minha mãe está me chamando pra jantar. Ela fez lasanha hoje! Pensem no assunto e comentem!

E tenham uma boa noite. (/williambonner)

Top 5 - músicas que me lembram a infância...

...sem ordem de preferência.

Spice Girls - Wannabe


Elas são poderosas, elas são apimentadas, elas são as Spice Girls! Girls Power!


Backstreet Boys - Everybody


Vai dizer que você não pirava no Nick Carter? (ou que não queria tooooodas as garotas babando em você também?)


Hanson - MmmBop


Um prato cheio prá quem canta sem saber a letra. Se joga no refrão!

Mamonas Assassinas - Sabão Crá Crá


Atire a primeira pedra quem nunca cantou essa música, na maior inocência, quando criança.

férias e ellen!


Cara eu já amo assistir a mulher mais louca e alucinada da historia da televisão, nas férias entao... caraca!









Nada contra sua opção sexual meio plêmica, ela é uma das mulheres mais sensacionais da atualidade a meu ver. Ela é engraçada e sincera! Extraordinariamente sincera! Irônica... e mesmo assim as pessoas gostam dela...
Me lembro de uma entrevista com a Paris Hilton, o tanto que elaa instigava a garota a falar suas bobageiras e a se auto intitular burra... ela é incrível!
Ela fala exatamente o que pensa... cara quero ser igual a ela: ganhar dinheiro para falar o que penso!
E ela faz graça de si mesma... não tem problema com suas limitações...
bom, vou colocar um vídeo aqui de um dos programas dela, caso gostem, ela vai ao ar as 11h da amnha e se nao me engano as 17hs de segunda a sexta na Warner Channel

Amazing Grace!

Estou muito feliz. Mesmo. Sabem por que? Porque fui aceito em todas as matérias nas quais fiz matrícula! Isso mesmo! 20 créditos novinhos e prontos para ser usados... agora é só arrumar o tempo para usá-los.

O futuro, como sempre, é incerto. As matérias que eu vou fazer podem até estar confirmadas, mas e o meu trabalho? E a CRIA? E naõ será hora de conseguir um estágio em comunicação? E as aulas de francês? Nessas horas, entro em desepero, em pânico. Como já disse para muitos, sou a pior pessoa do mundo quando se trata de fazer escolhas. Sério. Tenho chegado a desejar não poder fazer escolhas, às vezes. Exemplos? Se estou jogando um jogo no computador, e em certo momento tenho que escolher um de dois caminhos, não posso evitar ficar voltando na bifurcação para experimentar os dois. Pior, por exemplo, é quando desejei que uma matéria chata fosse obrigatória só para não ter que escolher entre uma vida feliz sem créditos e uma chata com. Pois é, chega a ser idiota, mas já muitas vezes ligeui para outros para saber o que ele fariam.

Mesmo sendo tão tuim na hora de fazer escolhas, no entanto, posso dizer que elas sempre acabam se provando acertadas. No geral, o que a princípio parecia um erro acaba se tornando um acerto, pela simples razão de que não conhecemos o futuro, portanto devemos fazer o melhor possível no presente e deixar o resto a Deus. Parece bobo, mas não é. É verdade. Por isso dizem que "o amanhã a Deus pertence".

Então. Quase entrei em pânico porque não posso planejar meu semestre. Mas que saber? Chega. No final tudo vai dar certo. Se não der, é porque não é o final.

E que venha o VIIXI ENEJ

Acabou. O 17º ENEJ teve seu final no último domingo, dia 19 de julho. Foram cinco dias de muitas palestras, workshops, troca de informações e cartões, interação com pessoas do Brasil inteiro, diversas ações de marketing, trabalho e festas bombantes. Isso é só para fazer um resumo muito rápido do que foi o ENEJ BH.

“Vai ter que ralar pra fazer um ENEJ melhor que o de BH”. E eu concordo plenamente com isso. A começar pelo lugar. O Hotel Tauá foi uma ótima locação para o evento. Os participantes do ENEJK reclamaram que tudo era muito longe. No ENEJ BH isso não aconteceu. Tudo ocorreu no mesmo local, as pessoas podiam interagir muito mais facilmente e chegar aos eventos de maneira muito mais rápida. Além disso, os funcionários do hotel são de primeira linha. Sempre que eu passava por um deles, eles cumprimentavam. E isso só pra citar uma das coisas.

Porém não foi só isso. As palestras foram realizadas por grandes nomes do Brasil. Palestrantes importantes vieram ao evento falar um pouco sobre empreendedorismo. Aliás, esse foi o tema do evento. “Empreendedorismo diário: o valor das novas ideias”. E ele foi muito bem abordado nos dias de evento. Nos cases e workshops, as empresas mostraram sua força e passaram o conhecimento para todas as outras EJs presentes.

Além disso, como sou de uma empresa de comunicação, uma coisa que não passou despercebida foram as ações de marketing realizadas pelas empresas. A Produção Junior veio com uma camisa fabuloso, no estilo “Onde está o Wally”. Só posso falar que foi ótimo ver aquele monte de camisa listrada reunida, distribuindo a squeeze e contando com a interação pessoal para isso.

E nem comento a Acesso, que fez uma ótima ação com a melancia. E você? Também apareceu no ENEJ? Eu apareci, fortaleci a ação deles, que foi muito boa. Até os palestrantes estavam subindo no palco com a melancia, as bandas estavam tocando com ela e todo mundo estava usando! E no final ainda rolou uma melancia humana... pareceria CRIA e Acesso!

E não dá pra não falar da ação da CRIA, que além do bumerangue na ecobag (que tinha um conceito fodástico) promoveu a ação das assinaturas das camisas. Nossos 10 anos estão chegando, nada melhor para comemorar que uma ação para promover a integração entre as pessoas da CRIA e o resto do Brasil. E a interação proporcionada pelas camisas foi formidável. Nunca falei com tanta gente de tanto lugar diferente em toda a minha vida.

O ENEJ BH foi muito bom. Cinco dias muito bem aproveitados no meio das montanhas mineiras. E que venha o VIIXI ENEJ, já estou esperando!

**Trilha sonora do evento: Thriller – Michael Jackson (simplesmente bombou)

Férias

Ok, hoje não tenho vontade de escrever. Mesmo. De que adianta estar de férias se a gente tem que fazer esse tipo de coisas? Apesar de que escrever seja uma das coisas na minha vida em que me acho bom, é uma das que mais me dão preguiça. Douglas Adams já disse, todos os escritores odeiam escrever. É uma triste verdade.

E vou escrever sobre o que? Não tem nada acontecendo na minha vida. Tô trabalhando o tempo inteiro, ou na academia, ou editando meu livro. No mais, lendo quadrinhos e "O colar da rainha" em francês. Não estou reclamando, sabe, às vezes é bom que nada esteja acontecendo em sua vida. Só estou falando que daí não dá para tirar nenhum tema.

Na minha imaginação, tudo quieto. Tirando o mundo do meu livro, e outro de um outro que ainda vou escrever, minha imaginação não tem estado lá muito fértil. Teve um pequeno agito quando meu interesse por Star Wars ressurgiu, mas os quadrinhos que peguei não eram lá muito bons e tive que me conformar com ver os filmes. Ou seja.

Isso, acho, é bom. As férias são mesmo um tempo de parar, descansar, deixar a mente em ponto morto. O corpo não que senão aí a gente fica gordo. Aproveitar para arrumar o quarto, as gavetas, as pastas. Jogar fora aquele monte de coisas que você, inexplicavelmente, não jogou fora durante as férias de verão. Ainda da tempo. Ir ao dentista, como fiz hoje.

Enfim, eis aqui um post que faz juz ao nome do blog.

Contos de Fadas Eróticos

Não se preocupem. Aqui não terá nada de Branca de Neve em orgias com os sete anões, Chapeuzinho vermelho sendo devorada (no sentido mais sexual da palavra) pelo Lobo Mau, ou mesmo a Pequena Sereia se divertindo com um polvo e suas incríveis oito pernas... Infelizmente.

Esse post é para falar do último livro que eu li. “Contos de Fadas eróticos” foi escrito por Nancy Madore e mostra outro lado das histórias ditas infantis. O livro faz, na verdade, uma releitura da maioria das histórias (Branca de Neve e Barba azul, por exemplo) e se aproveita da ideia principal de outras (como O Patinho Feio e As Roupas da Imperatriz).

Talvez a palavra que mais descreva o livro seja feminino. E esse talvez seja o maior pecado dele. Não dá para falar que ele é ruim porque é muito bem escrito e as histórias são envolventes, realmente eróticas. Porém as descrições são praticamente iguais em todos os contos. Tá bom... sexo é sexo. Mas dá para sair daquela versão de sexo perfeito e indo às mil maravilhas que é apresentada pela autora.

Todas as descrições são feitas a partir do prazer da mulher, é ela o mais importante ali, cabendo ao homem satisfazê-la por completo. Essa é a maior preocupação do livro, colocar a mulher como um ser que sente prazer e pode se desfrutar disso. Não discuto que isso seja extremamente importante numa relação e tal, mas, pensando como produto literário, faltou aí uma variação. Ficar martelando na mesma tecla de vez em quando cansa.

O real final feliz das histórias é quando a mulher se sente plenamente satisfeita. Mesmo que eu não soubesse que o livro foi escrito por uma autora, eu falaria que foi. Os textos têm essa cara e não dá para negar. Se fosse só um, tudo bem. Mas são todos. Até quando Barba Azul parte para um sexo mais selvagem, com cordas e chicotes, ele pensa na mulher e na satisfação dela.

Enfim, falta uma variedade. Não de situações (porque até sexo a três e troca de casais tem), mas de atitude dos personagens. Querer mostrar como a mulher é importante na relação é muito válido, mas não precisa fazer isso em todos os contos,
né?

Se fosse pra dar estrelinhas, ganharia 3 em 5.

Conto de Fraldas

Diretamente das páginas de Monteiro Lobato...

Como pode uma menina me fazer tremer e só falar bobagens? O que você provoca em mim eu nem sei falar. Já que você me deu, então eu te dou um paraíso, um lugar, um beijo com gosto de amor. De quem não tem medo de amar... tem dias que eu até penso em sumir, mas sem você não dá. Seu nome já está escrito na minha alma, você é paz, é tudo que me acalma. É uma obsessão, mas o meu coração só quer você.

Porém hoje eu acordei meio limitado, com a estranha sensação de estar castrado e com a leve impressão que algo nisso tudo tá errado. E eu, que então pensava que me controlava, estava ali descontrolando. Estou achando que alguém aqui pirou, e eu estou desconfiado que esse cara sou eu.

Tem dias que eu tenho a convicção de que eu não sou normal. Você já deve ter percebido tem dias que eu tô puto, alguns dias maluco. Sábio era meu pai, que me mandava andar sempre na linha. Pena que não o ouvi. Eu não sou como você me quer, mas, apesar de tudo, o que mais me deixa feliz é ouvir você dizer que me ama do jeito que eu sou.

E se parasse um pouco, você não perderia nada. Mas eu sei que o seu lugar é ao meu lado. Meus planos continuam seus, só penso em pensamento que pode te procurar. Nos teus olhos me encontro, é como ver o mar... e é para lá que eu vou!

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Uma homenagem a uma das maiores bandas mineiras de todos os tempos!

Dúvidas...divagações

O que cria um fanatismo nas pessoas? Por que certas pessoas nascem para ser idolatradas a tal ponto, que tiram o fôlego de seus fãs?
Eu nunca fui uma fã de ninguém, a não ser das Chiquititas na minha infância, mas não a esse ponto.
Eu não sei o que significa você abrir mão de várias coisas para estar perto de seu ídolo. Gastar o dinheiro que as vezes não tem, para poder vê-lo de perto. Dar tudo para poder tocá-lo ou até mesmo ter algo que ele tocou.
Com a morte do Michael Jackson eu fiquei pensando muito sobre isso. Vi várias pessoas suspirarem, dizerem que o mundo está acabando, isso e aquilo. Mas gente! Ele não é só um humano que morreu? Como tantos outros que morrem todos os dias? Desculpa pela minha frieza. Não estou menosprezando o fanatismo de quem o adora, apenas declarando que não entendo!
Por que? Fico imaginando agora, com sua morte, os milhares de leilões que serão feitos para vender seus artigos pessoais. Seus CD's inclusive já esgotaram... e esse dinheiro vai para quem? Para seus filhos que não tem mãe, nem pai? Ou vai para sanguessugas? E olha que não vai ser pouco dinheiro girando em torno dessa morte.
Só não consigo entender o porquê de ele ter feito isso, de ele ter conseguido essa adesão do público. O que ele tinha de especial que outros cantores/dançarinos não tinham? A irmã dele não conseguiu tamanha adesão, e era do mesmo sangue!...
Não entendam como ironia. Eu só gostaria de entender mais esse mundo e a cabeça daqueles que são fãs de alguém, porque eu nunca fui.