Só mais uma coisa

Tinha que esperar dar meia noite, para ter certeza de ser o último... e porque há algo de natalino nas meias-noites.

É inevitável, quando chega o Natal, sentarmos e revermos um pouco nossas vidas. Talvez aqueles negoço de ter sido bom o ano inteiro pra ganhar presente (a maior mentira de todas, pois se fosse assim, ninguém ganhava presente) fica conosco muito após de parar de acreditar em Papai Noel. A gente ainda sente que precisa pensar sobre nosso comportamento durante o ano nesse momento.

Como eu fui este ano? Às vezes nosso primeiro instinto é nos comparar a outros. Fui melhor que fulano, fui pior que siclano. Mas acho que esse não é o jeito certo de se auto-avaliar. Você foi o melhor que você sabe que pode ser? Independente de como foram os outros?

Eu sei que eu não fui. Mas Natal também é época de perdão e de esperança. Então eu me perdôo pelo que fiz de errado, mas não de maneira indulgente. Prometo que não vou fazer mais. E que vou tentar ser melhor. Meu melhor.

Depois disso, só fica virar para alguém e dizer... FELIZ NATAL!

Dia de Papai Noel

Engraçado como as coisas mudam. Quando crianças, esperamos ansiosamente pelo Natal. Já no começo de Novembro ficamos importunando nossos pais para montar a árvore, decorar a casa, iluminar a fachada... e enfileirar aqueles mil Papai Noels pela casa. De pelúcia, de madeira, de cerâmica, de louça, de pano, de plástico, de metal...
A maior emoção é quando a TV começa a veicular propagandas de Natal, uma sensação gostosa inunda nosso corpo, principalmente quando assistimos pela primeira vez no ano. Aquilo é um sinal de que as coisas vão mudar a partir dali. A propaganda de Natal da Globo e da Coca-Cola são as que mais emocionam, é característico delas esse apelo emocional.
O mundo fica mais colorido, todos se entendem mais e você vira uma criança exemplar, aliás o Papai Noel está de olho em você. Lembro de papai falando "não minha filha, não faz isso. Não podemos brigar, você se lembra? É Natal!"
Quando crescemos, essa expectativa pelo dia 25 some e passamos a perceber que o Natal chegou apenas quando as ruas começam a ficar enfeitadas. E novamente, quando a TV começa a veicular propagandas de Natal. Porém elas já não surtem o mesmo efeito. Ao invés da sensação gostosa, pensamos apenas como o ano passou tão rápido dessa vez. Triste não?
Não mais desejamos Feliz Natal para todos que encontramos com um mês de antecedência. Não passamos mais horas em família decorando nossas casas, de maneira que fique a mais bonita da rua. Não nos preocupamos mais em escrever uma cartinha pro Papai Noel. Não ficamos desesperados pensando no que vamos vestir no Natal, nem tão pouco ansiamos por ajudar a preparar a ceia. Não pedimos para ir passear pela cidade e ver o comércio, as casas e as praças iluminadas à noite. Isso porquê? Porque crescemos e ficamos chatos!
Se a graça do Natal está justamente na expectativa, qual a graça do Natal para as pessoas chatas? Essas que não se empolgam com a magia anterior ao dia 25 de dezembro.
Ganhar presentes? Não pode ser, porque convenhamos! Os únicos presentes bons de Natal são os que recebemos dos nossos pais, namorados e, quando muito, dos avós. O resto dos parentes compra lembrancinhas por comprar, do mesmo jeito que pensamos em comprar para eles "alguma coisa pra não passar em branco". São tantas pessoas, que não podemos nos preocupar em dar algo super especial para cada uma, falta tempo, falta dinheiro.
Então qual é a graça do Natal para as pessoas crescidas? É por que o ano está acabando? Por que vão ter alguns dias de recesso? Ou por que o Carnaval está chegando?

Minha cartinha para o Papai Noel, pedindo meu presente de Natal, vai ser assim:
"Papai Noel, como presente de Natal quero que o Senhor faça uma conta matemática. Se acerte com Papai do Céu e faça assim. Pegue o 2 e o 1 dos meus anos de vida, some e faça com que eu volte a ter 3? Quero muito isso Papai Noel, cansei de ser uma pessoa adulta e chata".Feliz Natal!

Jingle Bells

Eu sei que já é Natal quando eu ouço, entoadas por Simone, as palavras "Então é Nataaal", no que já se tornou um clássico da época. É no Natal também que minha mãe aumenta o número de execuções de Roberto Carlos lá no aparelho de som da sala.

O espírito natalino que contagia muitas pessoas pode ser visto não apenas nas decorações espalhadas por todo o canto (minha mãe, novamente, orgulhosa de passar o primeiro natal num apartamento com varanda já tratou de colocar lá uma estrela e um Papai Noel escalando o prédio). Um dos símbolos do natal para mim são as músicas natalinas. O clássico Jingle Bells, o We Wish You a Merry Christmas, Noite Feliz, Sinos de Belém... Ainda que irritantes quando tocadas à exaustão, elas dão o clima desta época.

Então, para desejar aos leitores do Sem Pauta um feliz natal, vão aí algumas músicas de natal, não tão tradicionais assim.

Feliz Natal, um próspero ano novo (aliás, em que outra época você usaria a palavra próspero se não no fim de ano?) e até 2010!






Natal... ah, o Natal

Vamos admitir que o natal já chegou há mais de um mês, né? Eu sou completamente desorientado com relação a datas, então eu sempre me oriento pela decoração nas lojas. E, pra mim, no meio de novembro já era Natal. Tava tudo enfeitado, promoções começavam a pipocar. Definitivamente era Natal.

Agora faltam só 2 dias para a véspera. E não tem nada mais legal que véspera de Natal. Família toda reunida, comidas gostosas sendo preparadas, árvore piscando o dia inteiro, presentes sendo colocados embaixo dela e um clima que não se repete em nenhuma outra época do ano.

E ainda tem um gostinho especial porque eu finalmente estarei de férias. Sim, férias. Estava esperando para dizer isso há muito tempo. Tá certo que vão ser só três semanas, mas tá valendo. E muito. F-É-R-I-A-S. Como me dá um alivio ao falar isso.

Então eu queria desejar a todos os (2) leitores do Sem Pauta um Feliz Natal, que vocês aproveitem muito esse momento, em companhia daqueles que vocês mais gostem. E deixo quatro cartões de Natal muito legais que eu achei na net... quero ver quem acerta de que filme eles são.







Que seja feliz!

Não preciso fazer muitos floreios, porque o tema desta semana não é nada difícil de adivinhar...


Natal! Amanhã é nosso último dia de trabalho, e para que vocês não sintam saudades, vamos postar todos no mesmo dia! Ou seja, maratona de quatro textos amanhã... você vai perder?

But in the end it doesn't even matter

Me lembro do ano de 2001. Foi quando eu entrei para a 6ª série. Eu era um pivetinho viciado em Pokémon e em Harry Potter. Sim, quase um nerd típico... ainda bem que fui salvo dessa vida, mas isso é assunto para outro post.

Foi mais ou menos nessa época que eu comecei a me interessar por uma coisa que move minha vida hoje em dia, a música. E eu me apaixono fácil por bandas. Consigo gostar de uma banda de metal e, ao mesmo tempo, escutar o pagode do Jeito Moleque. Mas voltemos à história...

Quando ouvi “In the end” pela primeira vez, juro que parei e pensei: “Que música fodástica”. Tá, na época eu não sabia da existência da palavra fodástico, mas o comentário foi algo parecido com isso.

A banda em questão é o Linkin Park, lógico. Eles haviam lançado o Hybrid Theory em 2000, mas foi em 2001 que eles realmente estouraram. Só pra citar algumas músicas do primeiro CD: One step closer, Papercut, Points of Authority, Crawling, além da minha favorita, In the end.

O que mais me chamava atenção era a sonoridade da banda. Eles faziam uma coisa diferente. Tinha um algo a mais que me encantava muito, tipo o flautista de Hamelin ou algo do gênero.

Aí, quando você pensa que não dá pra melhorar uma obra, eles vêm e me lançam o Meteora. Com o perdão do trocadilho, ele caiu como um meteoro no cenário musical. Quem não se lembra de Numb, Faint, Somewhere I Belong, e Breaking the habit (aliás, o nome dessa última sempre me soou como quebrando o coelho, mas deixa pra lá).

Eu já me apaixono fácil, mas com um incentivo desses é impossível de resistir. Aí eles vão lá e lançam uma turnê com o Jay-Z. Ficou péssimo, mas eu me diverti com algumas músicas, vou ter que admitir.

Foi depois de 4 anos do lançamento de Meteora que eles resolvem voltar com um álbum inteiro de inéditas. É então que nasce Minutes to Midnight. Ouvi a primeira vez e pensei: “que merda é essa? Isso não tem cara de Linkin Park”. E não tem mesmo. Os gritos do Chester contra os raps Mike Shinoda estão quase ausentes. A experimentação musical continua, mas tendendo para outro lado.

Enfim, tinha odiado. Mas eu fui escutando, escutando e finalmente percebi que ele não queria ser um sucessor do Meteora, e sim uma coisa completamente nova. Me despi de todos os preconceitos e fui ouvir de novo. E não é que eu gostei? E muito...

As quatro músicas mais comerciais do CD são fantásticas. Leave out the rest, Bleed it out, Shadow of the day e What I’ve done foram o carro-chefe de algo que estava sendo visto como ruim com uma insistência constante.

Sabe porque eu tô falando tudo isso? Porque agora estou num momento overdose. Resolvi escutar tudo de novo... ah, que saudade da minha 6ª série!


In the Zune

Então você acha que o futuro da música digital é fa Apple e que ninguém pode enfrentar o iPod e seu irmão musculoso, o iPhone?

Pois muito porvávelmente tem razão. Mas assim como toda Coca tem sua Pepsi, o iPod tem sua competição de segundo lugar que não perde a oportunidade de lhe pasar a perna. E se você, como eu, tem uma birra contra a Apple, deve se perguntar: Quem é essa competição? Onde está? Eu quero!

Ela se chama Zune. É a tentativa da Microsoft de entrar no mundo da música digital que, até agora, tem dado bem certo. Ele é o segundo player mais vendido nos EUA, atrás (e muito atrás) daquele outro. Já está em sua segunda geração, com modelos para todos os gostos (que seguem bem de perto aqueles da Apple), e a revista Wired chegou a declarar que o Zune HD é melhor que o iPhone Touch. Em questão de lojas de música, o Zune Marketplace tem menos variedade que o iTunes, mas o seu software é mais bonito (se bem mais simples) e as opções de subscripção são bem úteis.

Lamentávelmente, este membro da resistance não está disponível no Brasil. Ele só é vendido nos EUA e Canada, então se estiver por lá e quiser estragar um pouquinho o dia do Steve Jobs, não deixe de comprar e esnobar tudo mundo quando voltar.

As músicas de Francisco Ferdinando


Difícil achar alguém que não goste de música. Independente do estilo, a música move muita gente. É o que me mantém acordado nas entediantes viagens de ônibus até a faculdade. Aliás, música é o que me acorda. Literalmente. Porque todo dia eu escolho uma música diferente para colocar no despertador.

E uma das bandas que está sempre presente nas minhas playlists é Franz Ferdinand. Formada em 2002, em Glasgow (Escócia), a banda é composta por Alex Kapranos (no vocal e guitarra), Nick McCarthy (guitarra e backing vocal), Bob Hardy (baixo) e Paul Thomson (bateria).

O nome talvez seja familiar das aulas de história. Francisco Ferdinando, o arquiduque austro-húngaro cujo assassinato deu início à Primeira Guerra Mundial deu nome à banda. Uma de suas músicas, inclusive, escancara essa inspiração. “Bang, bang, Gavrilo Princip/Bang, bang, shoot me Gavrilo” são alguns dos versos de All For You, Sophia, numa irônica canção sobre este assassinato e seu mentor, o membro da organização Mão Negra Gavrilo Princip.

Eu conheci o Franz Ferdinand vendo algum clipe aleatório na TV. Mas foi com Dark of the Matinee que eu me viciei. A dancinha do clipe é algo que até hoje eu tento imitar. O primeiro CD, lançado em 2004, fez sucesso com as músicas This Fire e Take me Out. Em 2005 foi lançado o segundo álbum, intitulado You Could Have it So Much Better, conhecido pelas músicas Do You Want To e Walk Away. E no início deste ano, foi a vez de Tonight: Franz Ferdinand, abrigando músicas como Ulysses e No You Girls.

Para conhecer melhor a banda, o clipe de No You Girls:



PS: Doações de ingressos para o show do Franz Ferdinand no Brasil ano que vem são bem aceitas

Só para seus ouvidos

Desde tempos milenares, seu poder é conhecido nas mais diversas culturas. E cada uma desenvolveu um estilo diferente. Tem os toques do oriente que nos levam a mexer os quadris. Tem as notas do occidente que nos trazem lágrimas aos olhos. Indenpendente de qual for seu gosto, não negue: Você não viveria sem música!




Nesta semana, você vai passear pelos mais diversos gostos musicais... e diga lá, Vitor Hugo, o que é a música?
"A música expressa aquilo que não pode ser dito e sobre o qual não se pode ficar calado"

Vida longa e próspera!

Todas os blogs, eventualmente, tem um texto que puxa o saco de alguém. Com esse não poderia ser diferente. E quem, pergunta-se você, será o beneficiado? Ninguém outro que J. J. Abrams.

Não vou assumir que você já ouviu falar. Muito provavelmente sim, mas pode ser que não. Suponho, no entanto, que você já tenha ouvido falar de Lost. Lost, sendo o seriado tremendamente famoso que é, é uma das obras mais famosas de Abrams. O que é meio injusto, porque ele é meio desligado da série, e ultimamente nem tem muita participação. Vou, portanto, focar nas duas realizações de Abrams que considero mais importantes: O seriado Fringe e o remake de Star Trek (que, como vem de uma série, é válido tratar nesta semana).

Fringe, como já disse algumas vezes neste blog, é um dos melhores seriados que existem. No seu gênero, ficção científica, é o melhor que já vi. Comparado de inicio com o Arquivo X, a série segue a agente do FBI Olivia Dunham, o cientista Walter Bishop e seu filho Peter enquanto estes investigam uma série de casos bizarros (parte do que se chama o “Padrão”) e explicáveis somente pela “ciência de borda” (fringe science). Desde teletransporte a telepatia, nada escapa ao trio, que vai revelando que suas próprias vidas são tão interessantes e suspeitas como os casos que investigam.

Tenho que admitir que, em parte, meu amor pelo seriado se deve à atriz Anna Torv, que interpreta Olivia. Ela é simplesmente perfeita para o papel. Seus colegas não ficam atrás, mas ela é maravilhosa. Dito isso, a série é de fato muito boa, e, da mesma maneira que Lost, nos engaja com seus mistérios e nos enternece com seus momentos de romance e intriga. A cenografia é muito boa, a produção é caprichada e a redação, na maior parte, inteligente. Estou apaixonado.

Como se não fosse suficiente, Abrams ainda produziu e dirigiu o mais novo filme de Star Trek, acompanhado, inclusive, dos mesmos escritores de Fringe. O filme pode parecer confuso a princípio, como qualquer obra de Abrams, mas ao pouco tudo vai sendo compreendido, numa aventura estonteante que não pára um segundo. Os atores foram bem escolhidos (aliás, só para ver o Sylar de Heroes com as sobrancelhas de Spock eu já assistiria ao filme) e os cenários são realistas (o mais realistas que poderiam ser considerando-se que é Star Trek). O melhor é que as duas horas passam em uns minutos, já que o script mistura piadas e diálogos emotivos com uma freqüência calculada, nunca nos fazendo sentir que nada está acontecendo. Fazia tempo que não via um filme tão simples e bom ao mesmo tempo, e não consigo esperar pelas seqüências (há mais duas no forno, com os mesmos autores).

Enfim, o que posso dizer? Acho que de agora em mais, tudo o que tiver o nome J. J. Abrams na capa vai ter minha fidelidade. Eu sei, eventualmente eu vou ver alguma coisa péssima, mas assim como pude perdoar o mais novo e desastroso vídeo musical da minha musa, Shakira (um vídeo, aliás, de uma música muito boa), eu vou conseguir perdoar os erros de Abrams. A não ser que Fringe fique ruim. Em cujo caso... não quero nem pensar.

Smart is the new sexy

Os mesmos criadores de Two And a Half Man (Chuck Lorre) e Gilmore Girls (Bill Prady). Um culto discarado e bem feito a todos os maiores ícones nerds. Físicos com PhD tentando interagir com o mundo. Uma loira gostosa que deixa todos babando. “Onde eu consigo encontrar isso tudo?” - você deve estar se perguntando... a resposta é simples: essas características são as de uma das melhores séries de humor atuais. É claro que eu tô falando de The Big Bang Theory.



O episódio piloto começa com Leonard Hofstadter (Johnny Galecki) e Sheldon Cooper (o fantástico Jim Parsons) indo doar esperma para conseguir aumentar a velocidade da internet do apartamento que dividem. Quando voltam para casa, uma nova vizinha está arrumando suas coisas. Ela é Penny (Kaley Cuoco – a loira gostosa em questão) e sua chegada é que vai ser o ponto de partida.

Imagina só dois completos nerds tendo que conviver com uma vizinha gostosa. E para completar, os dois únicos amigos de Sheldon e Leonard também são muito parecidos com eles. Howard Wolowitz (Simon Helberg) é um engenheiro judeu que mora com a mãe e tenta, eu disse tenta, ser o mais mulherengo e pegador. Rajesh koothrappali (Kunal Nayyar) é um astrofísico indiano completamente tímido que não consegue falar com mulheres sem estar sob o efeito do álcool.

Mas isso é só um panorama bem rápido do que é The Big Bang Theory (ou TBBT). O mais interessante na série são os diálogos e a interação entre os personagens. Howard e Raj praticamente formam um casal. Leonard e sua busca incessante pela Penny são outro ponto interessantíssimo.


Só que quem rouba a cena é mesmo o Jim Parsons. Eu acabei de assistir o episódio piloto novamente e notei uma evolução gigantesca no papel do Sheldon. Na primeira temporada tudo indicava para o papel principal ser do Leonard. Na segunda, os produtores já não conseguiam mais lutar contra a geniosidade do personagem construído por Jim. Na terceira (e atual) temporada, Sheldon já é, com certeza, a estrela principal.

Aliás, a terceira temporada está se configurando como a melhor de todas. Alguns pontos negativos das temporadas passadas foram levantados e melhorados. Um desses pontos já foi citado, que é uma maior participação do Sheldon. Outra mudança interessante foi a relação entre alguns personagens. Agora podemos ver Leonard interagindo com o Raj, Sheldon com Penny, Howard com Leonard. E tudo isso provocando situações que estão ficando muito mais engraçadas.



The Big Bang Theory. Um culto nerd, uma história boa e uma série fantástica. Vale muito a pena acompanhar...

É claro que eu esqueci de falar da música de abertura. Mas foi de propósito, porque é mais fácil colocar ela por aqui do que descrever.



E essa é uma das cenas mais clássicas de The Big Bang Theory. Porque placas de sarcasmo muitas vezes são úteis...



BAZINGA!

Life's Short, Talk Fast


Minha paixão por seriados tem um culpado. Duas, aliás. Lorelai e Rory Gilmore.
Criada por Amy-Sherman Palladino, a série estreou em 2000 no canal americano The WB (a atual CW, lar de séries teen como Gossip Girl, Smallville, 90210 e da saudosa Veronica Mars). No Brasil foi transmitida pela Warner Channel. Durou até a sua sétima termporada, em 2007. No fim da sexta temporada, Amy-Sherman abandonou o programa que passou a ter David Rosenthal como produtor executivo e um episódio pior atrás do outro. Mas o seu início... Ah, como era bom.

Gilmore Girls conta a história de Lorelai (mãe solteira, engravidou aos 16, brigas constantes com os pais) e sua filha Rory (a aluna perfeita, bookworm, tímida). Não só uma relação de parentesco, mas principalmente de amizade. As duas vivem na pacata cidade de Stars Hollow, que abriga os melhores personagens secundários que uma série pode ter. Do carrancudo dono do café Luke ao prefeito Taylor à indie filha de uma religiosa fervorosa Lane à Babette, Miss Patty... Todo aquele clima de cidade do interior, onde todo mundo se conhece.

Mas o que me fez apaixonar pelo seriado foi o seu roteiro. Longe daquelas frases clichês de séries adolescentes, Gilmore Girls contava com diálogos rápidos (muito rápidos) e uma série de referências que variavam do que há de mais popular (Harry Potter, Britney Spears, Beatles) até aquele autor que ninguém nunca ouviu falar, aquele filme cult, aquele ator desconhecido. Até a rainha dos baixinhos já foi citada em um episódio (“Hey, whatever happened to Xuxa?”, perguntou Lorelai)

Admito que até hoje eu venho tentando falar tão rápido e com tantas referências. Algo que eu só chego perto (e ainda assim longe) de atingir quando tomo muito café (outro vício, aliás, das garotas Gilmore).

Para entender melhor a paixão, abaixo uma cena que eu considero estar entre as melhores do seriado. Pegue seu café e aproveite.


Continua no próximo episódio!

Você conhece muito bem a sensação. Olha as horas incessantemente, o tempo parece ir a velocidade mínima. Quando chega em casa, quase não fala oi para sua família. Prepara o jantar em um piscar de olhos e senta enferente da TV. Chegou de novo, aquele que joga com seus sentimentos e cansa sua inteligência está começando de novo... seu seriado favorito!



Não importa se é de ficção cinetífica, romance ou comédia, tudo mundo tem um. E o seu, qual é? Segue a listra dos 20 finales mais vistos nos Estados Unidos (seu o seu não está na lista, pode ser por que ele ainda não acabou!):
1 M*A*S*H
2 Cheers
3 Seinfeld
4 Friends
5 Magnum
6 The Tonight Show
7 The Cosby Show
8 All in the Family
9 Family Ties
10 Home Improvement
11 Dallas
12 Everybody Loves Raymond
13 Gunsmoke
14 The Fugitive
15 Newhart
16 Star Trek: The Next Generation
17 The Golden Girls
18 Frasier
19 Night Court
20 Full House

Abra a Felicidade

Eu sempre achei as propagandas da Coca Cola fantásticas. As lembranças televisivas mais marcantes da época do natal são, sem dúvida, os comerciais belíssimos da Coca, com seus ursos polares e caminhões de natal brilhantes.

E a explicação para esse lado mais emocional nas propagandas acaba sendo bastante simples: não há concorrência. O que a marca precisa é apenas manter o seu status, mostrar que ela está cada vez mais presente dentro do estilo de vida das pessoas.

Mas fazer o que a Coca faz é sacanagem. Toda produção é inesquecível. A campanha passada, que tinha o slogan de “viva o lado Coca Cola da vida”, trouxe alguns vídeos memoráveis. Quem não se lembra do cara que fazia o som de um telefone com a boca e entregava uma coca para a garota? Ou da propaganda no estilo GTA? Do Senhor Carlos? Quem não cantou What a wonderful World a plenos pulmões ou não se encantou com a Fábrica da Felicidade?

Enfim, foi uma campanha muito bem sucedida. E tudo faz crer que a nova “abra a felicidade” tem tudo para repetir o sucesso. Principalmente vendo as primeiras coisas sendo divulgadas.

Aqui embaixo estão os principais vídeos dessa série lançados pelo mundo. O mais recente é uma música, cantada pelo NxZero eca, pela Pitty e pelo Mv Bill. Eu me afeiçoei mais à versão em espanhol, principalmente porque não achei a versão completa do comercial em português, mas deixa pra lá.

Assistindo todos, posso dizer que o meu favorito é, com certeza, o dos insetos. E o seu?








I'm mAD!

(Este post é um teaser do tema da semana que vem... quem conseguir adivinhar porque ganha um ponto a mais no seu QI!)

Já que estamos falando em publicidade, não dá para ignorar um certo seriado que tomou os Estados Unidos por surpresa e conquistou a crítica e a audiência: Mad Men (o nome quer dizer, literalmente, "homens loucos", mas é um trocadilho com a palavra "ad", que quer dizer "anuncio publicitário").

Mad Men trata de uma agência (fictícia) de publicidade, Sterling Cooper, localizada no Madison Square Garden em Nova York, nos 60s. O foco é a vida de Don Draper, diretor criativo da empresa, e seus problemas dentro e fora do trabalho. Ele é um don juan, e trai constantemente sua mulher, Betty Drapper (a audiência masculina pode conferir um ensaio fotográfico da atriz, January Jones, para a revista americana GQ, no qual ela pousa com considerávelmente menos roupa que no seriado).

A série se tornou famosa por expor a sociedade moralista dos 60s, que pregava valores puritanos mas os desobedecia constantemente. Sua produção caprichada e sua precisão histórica também ganhou elogios e, eventualmente, 9 Emmys e 3 Globos de Ouro. E se você tem preguiça de assistir as três temporadas, fique com um vídeo que narra o seriado em 60 segundos:

publicidade

Publicidade infantil, uma certa covardia digamos. Apelar para o público infantil para a venda de produtos é ruim porque mexe com os sentidos das crianças, que são ingênuas e sem malícia.

Quem não se lembra da campanha publicitária da Parmalat, em que você trocava códigos de barra por bichinhos de pelúcia? Hoje a publicidade infantil foi proibida, mas eu confesso que adorava colecionar aqueles bichinhos. E milhares de crianças se divertiam só de assistir ao comercial, com a música divertida e os bebês cantando e dançando.Lembro que o primeiro bichinho que eu comprei foi um Gambá e minha irmã comprou um Gorila. Não eram nossos preferidos, era o que tinha na loja. Ficamos tão felizes com nossos bichinhos, e nem ligamos que eles não eram fofinhos.
Esperávamos o dia de supermercado para pedir tudo o que fosse da parmalat para ganharmos mais bichinhos para a coleção. Tudo bem que a Parmalat conseguiu o que queria, mas nós também! Completamos a coleção!
Engraçado como os profissionais de publicidade conseguem atingir esses objetivos em que a realização é tão, digamos, distante deles. Pessoas de um certo lugar atingiram crianças em âmbito nacional, que cantavam, dançavam e pediam bichinhos iguais aos que apareciam na Televisão e nas propagandas impressas.Quem nunca tirou uma foto vestido de bichinho? Eu não tirei porque já era uma mocinha, mas minha irmã ficou linda de gatinha. A publicidade em cima dessa campanha foi além do esperado. Estúdios de fotografia também lucraram bastante com a produção de álbuns desses bebezinhos tão fofos.Realmente a publicidade infantil é apelativa, os consumidores estavam comprando os produtos não por vontade prória, mas para agradar seus filhotinhos... é covardia né?
Mas que é fofo, ninguém pode negar.
Que saudades de ser o bichinho da parmalat da mamãe...

A arte na guerra



O tema da semana é publicidade, mas eu vim aqui falar sobre propaganda. Os termos são usados quase sempre com o mesmo sentido, principalmente no Brasil. Em inglês, entretanto, a propaganda é vista como uma forma de comunicação que visa influenciar uma comunidade a favor de uma causa, posição ou ideia. Logo, o termo é quase sempre usado para se referir a anúncios de cunho político ou ideológico. E as guerras se valeram fortemente deste recurso.
Sem entrar nos méritos ou nas discussões sobre a mensagem política de cada uma, é interessante observar estas propagandas. Quase sempre se dirigindo diretamente ao leitor, usando slogans e frases chamativas, procurando demonizar o inimigo.
Mais interessante é observar o caráter artístico destas peças publicitárias. Elas usavam não apenas técnicas de convencimento, mas se aproximavam de movimentos artísticos vigentes na época. E por isso são até hoje admiradas.
Aliás, foi a arte que influenciou os cartazes políticos ou o próprio contexto político influenciou a arte?
O construtivismo russo pode dar uma das respostas a essa pergunta. Segundo seus preceitos, a arte era vista como forma de transformação social. Procurava participar da revolucionarização da população e da construção de um novo modo de vida. Nada mais apropriado para a Revolução Russa e para diversos outros movimentos que fizeram propagandas com uma estética semelhante.
A guerra não era feita apenas pelas ações físicas, mas pelas discussões públicas e pela tentativa de convencer aliados e inimigos. Países e governos se elevaram e caíram, mas pelo menos a mensagem que eles queriam passar continua impressa em forma de arte. Concorde com elas ou não.









Veja mais propagandas soviéticas e da Segunda Guerra Mundial, neste álbum do Flickr

Você sabe que você quer...

No mundo de hoje, dinheiro é tudo. Quem diz que não é porque, sabe, não tem. Pois é, aquelas conversas de "meu celular serve pra fazer ligação e mandar mensagem" ou "câmera com filme é a mesma coisa" só justificam a falta de grana pra comprar coisa melhor. E quem nos inculca essas idéias na cabeça? Nossa querida amiga... a PUBLICIDADE!


E diga lá, Michaelis, o quê é publicidade:
publicidade: pu.bli.ci.da.desf (público+i+dade) 1 Estado ou qualidade do que é público. 2 Divulgação de fatos ou informações a respeito de pessoas, idéias, serviços, produtos ou instituições, utilizando-se os veículos normais de comunicação. 3 Com Toda forma de divulgação de mensagens, por meio de anúncios, com o fim de influenciar o público como consumidor. 4 Atividade de publicitário. P. estática, Propag: formas de publicidade que apresentam uma imagem estática: cartazes, faixas, outdoors.

Briga de Egos

Uma das maiores diversões na internet é fuçar sites de fofoca. Com notícias de alta relevância, eles divertem dias entediantes, nos fazem perder horas na frente do computador descobrindo minúcias da vida dos famosos, enfim, uma ótima fonte de informação para todos nós.

Quando o Michael Jackson morreu, eu vi a notícia pela primeira vez no TMZ, um site de fofocas norte-americano. Em menos de um minuto, todo mundo já estava comentando isso via Twitter, afinal, a morte já era certa por lá.

Aliás, onde mais eu conseguiria encontrar notícias como “Mariana Rios ganha beijo do namorado em festa surpresa”, ou mesmo saber que essa tal de Mariana Rios "Aproveita a vida à beira do fogão de lenha na fazenda do seu avô". Bem, a única coisa que o Ego não me informa é quem raios é Mariana Rios. (Tá, isso foi drama. Eu sei que ela é uma menina da Malhação. E só porque é bonita...)

A gente pode zuar a vontade, mas todo mundo tem sua pontinha de Gossip Girl. Todo mundo se interessa por saber sobre a sua celebridade favorita, o que ela anda fazendo, com quem está saindo, como está sua vida pessoal, sua vida sexual, sua vida profissional. Enfim, todo mundo adora saber essas coisas.

Quer fazer um teste? Diga pra alguém que você precisa contar alguma coisa muito legal pra ela, mas depois diga que não pode contar. Sempre funciona. A fofoca é mais forte que qualquer um...

Mas por favor, não vamos nos deixar virar o Ego, né? Por que saber que a Mirella Santos saiu para fazer compras com a Mulher Samambaia já é demais...

You and me could write a bad post...

Este post é dedicado a um amigo muito querido, cuja presença marca este blog profundamente. Pro que eu sei que se ele tivesse que escrever um post sobre celebridades, ninguém poderia gritar "Lady Gaga!" mais alto ou mais rápido. E, assim, mesmo não sendo minha celebridade favorita, escreverei um post sobre ela.




O que posso dizer? No começo, me enjoava. Não, mentira, não me enjoava. Me incomodava. Como uma estranha desconhecida conseguira lançar três singles (seus primeiros três singles) e fazê-los chegar ao número um da Billboard? Não, não, essa moça tava se achando. A fama não é assim.

Aos poucos, no entanto, comecei a entender: Para Lady Gaga, a fama é assim. Seu album, intitulado propriamente "The Fame", foi feito para agradar. Chocar, talvez, mas principalemente agradar. Tudo mundo sabe que suas músicas não saem da cabeça. Você passa pela rua e lá está um mendigo cantando "po-po-po-po-poker face", ou desce para um café e a secretária do seu estágio está murmurando "let's have some fun, this beat is sick" e pára na parte do "disco stick" quando percebe que você está olhando. Mas se você é um bom Gaga, você simplesmente completará a parte da letra que falta e acenará com a cabeça. Lady Gaga é estranha. Quem a escuta não precisa se normal.

Sua estranhice não iria contra esse ideal de agradar? Muito pelo contrário: Gaga sabe que nos prende com seus ritmos e sua voz meio Christina Aguilera meio sintetizador digital, portanto não se importa do quê achamos de sua roupa ou seus clips. Como ela mesma grita em seu novo single, "I'm a freak bitch, baby!", e talvez seja isso que a torne mais famosa. Mais do que esperar por ela, esperamos pelo seu novo clipe ou apresentação bizarra, que comentaremos sem parar, com os olhos bem abertos e reptindo "O quê foi isso, cara? Muito louco! (e não num sentido bom)".

"Lady Gaga: Ame-a ou deixe-a" seria um lema adequado. Aparentemente, não se pode ser indiferente a ela: Uns gostam, outros não aguentam ouvir falar dela. Mas todos falam. E é justamente isso que ela quer.

como ser uma celebridade?

O que fazer para virar uma Celebridade?

Existem pessoas que fazem de tudo para aparecer na Televisão e ficarem famosas, ou então que usam de todas as situaçoes para aparecer na mídia. Exemplo? A menina da Uniban que recebeu até convite para a playboy depois do escândalo com sua roupinha discreta. E quando perguntada pelo Fantástico se estava gostando da fama não escondeu sua felicidade e ainda mostrou quais fotos dos jornais ela mais gosta! A menina está se achando...

Mas tem gente que não precisa fazer esforço para ser famosa. Apenas é... Exemplo disso? Paris Hilton!A garota simplesmente nasceu! Vamos analisar: sim, ela é bonita, mas não é de tirar o fôlego... há meninas muito mais bonitas do que ela que não fazem nem um pouquinho do sucesso que ela faz. Ela não é modelo, não é atriz, não trabalha, não faz nada além de beber, sair para TODAS as festas e gastar milhões de dinheiro. Tem alguns muitos cachorros magrelos e um carro personalizado cor-de-rosa... e milhares de produtos com o seu nome. Tudo consequencia da fama... até mesmo o "vídeo pornô" veio depois de ela já ser mundialmente famosa.

Tá, você pode dizer: "ela é famosa porque é rica... milionária...herdeira de uma das maiores fortunas do mundo"... mas você sabe que ela tem uma irmã?

Sim, Nicky Hilton, todinha igual a ela em matéria de herança e que inclusive faz moda e tem sua própria grife de roupas. Alguém sabe dela? Poucos... os flashes estão todos voltados para Paris. E porque?
Honestamente, considero a Nicky até mais bonita que a Paris... e entao? Porque a Paris é tudo o que é? Porque ela está sempre nos sites de fofocas e porque todo mundo presta tanta atenção no que ela está fazendo, que diga-se de passagem, não é grande coisa.

Mistérios da fama... mistério dos fãs... mistério da mídia...

Quem pode explicar?? Simplesmente podemos acreditar que tem pessoas que tem um imã natural para a fama e para as câmeras...certo?

Submundo famoso



Você liga a TV e lá estão elas. Sai na rua e encontra seus rostos estampados em outdoors. A conhecida voz anuncia um produto no rádio. A mesma que toca no seu iPod enquanto você faz sua corrida matinal.

Em todo lugar que olhamos, lá estão elas: as celebridades. Sejam aqueles atores de fato renomados, aquele cantor famoso ou o preferido de todo mundo (ainda que ninguém admita): a subcelebridade.

Sabe? Aquela subcelebridade. Aquele ator que só tem papéis desnecessários nas novelas e que atingiu seu auge numa produção da filha no.3 do seu Sílvio. Aquele (o que ele faz mesmo?) que está sempre no Superpop comentando casos polêmicos ou chorando na Sônia Abrão porque não tem mais a fama (?) de antes. Aquele ex-BBB que não perde uma festa e uma chance de aparecer no TV Fama. Aqueles tantos que ficaram famosos pelo YouTube, viraram referência nos blogs e no twitter, até que um programa vespertino levou eles para a grande mídia.

Vai, você os conhece. Você já riu deles. Já entrou num blog de humor ácido, que comenta tudo que eles fazem para o seu deleite. Já mandou aquele vídeo pro seu amigo no Orkut.

Mas vai. Você também deve ter invejado eles. Não fazem nada, mas todo mundo comenta sobre eles. E pelo visto eles tem dinheiro. Você tá aí: dando duro, no anonimato, e sem nada pra gastar.

Andy Warhol professou aquela frase clichê... No futuro, todo mundo será famoso por quinze minutos. Vá! Coloque um micro-vestido rosa, grave versões para conhecidas músicas pop, encene algo para as câmeras, inscreva-se num reality show. Eu sei que você também quer estar no lugar deles.

The rich and famous!

E aí, queridos leitores? Doidos para saber qual é o tema da semana? Pois é, assim que este tema funciona: Ele cria expectativa, faz as pessoas esperarem por ele, ficarem loucas, gritarem seu nome, pegar seus celulares e tirar fotos como doidas enquanto ele tenta passsar no meio da multidão.


Nosso tema dessa semana é, claro, celebridades! E aí, será que seu favorito vai aparecer por aqui? Vai ficar no suspense! Diga, Piberam, o quê é uma celebridade?]
celebridade s. f. 1. Notabilidade, pessoa célebre 2. Coisa extraordinária 3. Fama, renome.

Os mesmo erros

Nunca havia se sentido tão bem quanto naquela noite. Sentado confortavelmente em seu escritório, o Füher pensava em tudo que já tinha conseguido conquistar até ali. Não tinha muito tempo que estava no poder, mas suas vitórias foram memoráveis e ele tinha certeza que seria lembrado para sempre como o grande salvador do povo alemão.

Polônia, França, Áustria. E esses eram apenas os principais países que ele havia tomado nesse tempo. Imagina só conseguir invadir a Europa inteira? Nossa, esse era o maior sonho da vida daquele homem. Tudo bem que a Inglaterra era uma pedra muito desagradável, mas era apenas questão de tempo para conseguir derrotá-la. Estava em vantagem e sabia disso.

Mas qual seria o próximo passo? Holanda é ilegal demais. Portugal é longe demais. Grécia é grega demais... podia ser a Finlândia, afinal lá só tem gelo mesmo. Ia ser uma vitória muito fácil. Mas não era isso que o Füher queria. Ele precisava de um desafio, algo que mostrasse todo o seu poder frente o mundo inteiro. Lógico que teria que atacar a revolucionária União Soviética.

Tropas prontas, a batalha começou. Os exércitos alemães invadiram boa parte da URRS europeia. Mas o Füher queria mais, muito mais. Queria tanto que acabou sendo derrotado pelo frio e pela falta de comida. Foi o início de uma queda vertiginosa. Ele nunca conseguiria imaginar que aquela derrota seria tão decisiva para a sua queda.

Algum tempo depois,olhando para o vidro de veneno que segurava, o Füher só conseguia pensar em uma coisa... por que raios não havia aprendido a lição com o tal de Napoleão?

O olhar

O menino chora, achando que perdeu da mãe. Que tanto de gente é essa na rua nessa hora do dia? Todos gritando, chorando, rindo, parece que o mundo enloqueceu. E onde está sua mãe?

O menino, sem poder resisitir à força da multidão, caminha em frente, limpando suas lágrimas com as mãos, olhando para os lados e gritando desesperadamente o nome da mãe. Uma das pessoas perto dele o levanta pelos braços. É um velho barbudo, que o olha preocupado.

- Você está perdido?

O menino só assente, fazendo um bico e parando de chorar um momento. O velho o senta nos seus ombros e lhe diz:

- Olhe se você consegue vê-la.

O menino começa a olhar, desde este novo ponto de vista, mas não consegue distinguir a mãe. Algo, no entanto, chama sua atenção. As pessoas abrem espaço para uma caravana passar. Ela é composta de soldados romanos, dos que o menino vê todos os dias e sonha com ser. Sua mãe o reprime, dizendo que os romanos são invasores do povo judeu, mas ele não se importa. O que não daria por ter uma armadura brilhante dessas...

Atrás dos soldados vem outro homem. Ele está banhado em sangue e camina com dificuldade. Atado a seus braços há um madeiro enorme e, aparentemente, muito pesado. O homem não parece ter forças suficientes para carregá-lo e, no entanto, o faz assim mesmo, passo a passo.

O menino esquece a mãe completamente, desce dos ombros do velho e corre para o homem. Precisa empurrar e chutar algumas pernas no seu caminho, mas por fim chega. De perto, os machucados são ainda piores. O cheiro é horrível, de sangue e sujeira e suor. Mas o menino se sente fascinado. Estica sua mão e consegue, por alguns segundos, encostar no homem. Ele se vira, o olha direto nos olhos e sorri.

Um soldado romano lhe dá um tapa na cara e grita para que se afaste. O menino cai na terra, sentado. Não chora. Só fica ali, onde caiu, olhando para o homem que se afasta cada vez mais, até não conseguir vê-lo, até todos terem passado, até ficar completamente sozinho.

Horas depois, o sol se põe, e uma mulher passa chorando pelo caminho. O menino, que não tinha se mexido, sai do seu trance, acordado pelos prantos da mulher. Reconhece sua mãe.

- Mãe, grita, mãe, estou aqui!

A mãe corre até ele, o abraça e lhe mete uns bons cascudos por ter se afastado dela.

- Mãe, o quê esse homem fez? Sabe, o que tudo mundo estava seguindo hoje?

- Não sei ao certo, filho. Eu acho que fomos nós os que fizemos alguma coisa...

era uma vez índios bonitos

Era uma vez alguns índios muito bonitos... que viviam felizes na floresta e tomando sol na praia.Uma vez apareceu um grande objeto vindo do mar, que eles não sabiam o que era. De dentro dele, desceram muitos homens estranhos, que não eram iguais a eles. Eram pálidos, pareciam doentes. E eles tinham o corpo colorido, com uma textura muito estranha.
Mas eles gostaram deles... e fizeram amizade.

Porém ao longo dos anos, essa amizade virou uma coisa nao muito boa. Os homens pálidos maltratavam os índios bonitos e obrigavam eles a trabalhar.Chegaram também outros homens muito escuros que pareciam ser empregados dos homens pálidos. Eles também eram maltratados pelos homens pálidos.Quando os índios bonitos não trabalhavam ou não queriam visitas em sua terra, os homens pálidos matavam eles. Até que chegou um dia que quase não tinha mais indios bonitos.Os índios bonitos tiveram que morrer para que o homem pálido conseguisse espaço para morar com suas famílias.

A Jovem Rainha

- Credo, mãe! Olha a roupa dela



- Ah, vai, mãe! Conta aquela história de novo!
-Filho, você sabe que vai ter pesadelos. Não vou limpar sua cama quando você fizer xixi dormindo de novo não.
-Mãe! Eu já sou grande, você sabe disso.
-Então ta. Vamos lá: Era uma vez, num reino muito, muito distante, uma jovem garotinha que sonhava em ser uma rainha. Seu nome era Maria Antonieta Josefa Joana de Habsburgo-Lorena.
-Credo! Que nome grande e feio. E eu achando que a Geremina Gertrudes lá da sala é que tinha o nome estranho.
- Ela se casou com Luís Augusto quando tinha quatorze anos e...
-QUATORZE!? A dona Lurdinha não tava falando outro dia que a filha da Maria Euguênia tava namorando, que ela não tem idade pra isso e que ela é uma vag...
-Filho! Maria Antonieta virou rainha aos dezoito anos. Sempre fazia festas que encantavam toda a França. Era conhecida por estar sempre bem vestida, com seus volumosos vestidos e o cabelo nas alturas.
-Mãe! É verdade que ela ouvia rock e tinha um tênis que nem aquele do meu irmão? Aquele...Au-istar?
-Não filho...Seu irmão que fica vendo filme demais e te falando essas bobagens. A Rainha usava vestidos grandes, cheios de babados, muito bonitos. Todo o reino tinha inveja dela. Mas ela não conseguia ter filhos e isso deixava seu marido muito triste. Os súditos ficavam rindo dela nos corredores do palácio.
-Ué, vai ver o Rei tava usando camisinha!
- Mas eles conseguiram ter uma filha, Maria Teresa Carlota.
-Iiih, a camisinha furou então.
-Filho! Quem que fica te falando essas coisas? Não vou mais contar história também.
-Ah, termina mãe! Por favor!
-Ah, filho. Você sabe que o final é feio. Não sei por que você me pede essa história. Por que eu não te conto Chapeuzinho Vermelho ou Branca de Neve?
-Eu to grande, né mãe? Não vou ficar ouvindo essas historinhas de criança não.
-Ah filho, no final eles cortam a cabeça dela.
- Credo mãe! Ela não era do bem?
-Ah, é complicado. Teve uma revolução, ela mandou o povo comer brioche...
-Que isso mãe?
-É pão.
-Mas é bom então, né?
-Ah filho, vai dormir, vai.
-Mãe... Por que essa história não termina com final feliz?
-Nem tudo termina bem, filho... Mas pra algumas pessoas isso foi bom.
- Mas e a cabeça dela?
- Ai, filho...

A mesma velha história...



História. Independentemente de quanto você gostava (ou, provávelmente, odiava) na escola, sempre há aquela parte que te toca mais. Pode ser a genialidade/loucura de Napoleão, o poderio do Império Egípcio, ou o drama da Conquista espanhola: Alguma vez você deve ter sentido que nasceu na época errada.


Justamente por isso, o Sem Pauta oferece esta semana nossos momentos favoritos na história, temperados, claro, como nossa visão pessoal! E diga, Wikipédia, o quê é a história?


"História (do grego antigo historie, que significa testemunho, no sentido daquele que vê) é a ciência que estuda o Homem e sua ação no tempo e no espaço, concomitante à análise de processos e eventos ocorridos no passado"

Ah, que saudades

Já se passaram quatro anos desde a última vez que a vi. O problema é que eu nem percebi que eu estava me despedindo dela quando a encontrei pela última vez. Se eu soubesse que ia passar tanto tempo sem vê-la, juro que teria aproveitado melhor, me divertido mais na companhia dela.

Por muito tempo eu estive a ponto de jogar tudo para o alto e ir visitá-la. Mas nunca tive coragem. Meus amigos me chamam de frango e não é a toa. Então imaginem a minha cara de surpresa quando ela me ligou na semana passada para dizer que estava com saudades, que queria me encontrar o mais rápido possível.

É claro que eu fiquei muito feliz, mas ela não podia ter ligado em pior hora. Faculdade, estágios, muito trabalho me deixando completamente louco. Mas não dava para recusar esse convite, afinal, quatro anos é muito tempo.

Então eu topei encontrar com ela. A data ainda não foi marcada, mas já a deixei de sobreaviso. Assim que me liberarem eu vou ao encontro dela. E espero que seja logo, porque eu estou doido para dar boas vindas para as minhas férias

You're NOT welcome here

Já que estamos falando de boas vindas, gostaria de lembrar de alguns casos clássicos em que a chegada de alguém não foi bem recebida. São as chamadas más vindas.

Um dos casos mais conhecidos é o de uma garota loura, cabelo chacheado, dez anos, orfã de pai. A coitada estava caminhando pelo bosque quando encontrou uma casa, e se deu o direito natural de entrar e ficar a vontade. O que ela não sabia é que na casa moravam três ursos bastante mal educados que, dependendo da versão que você leu, ou a botaram pra correr ou a dividiram em três e a saborearam.

Pode acontecer que, na verdade, a culpa seja do hóspede. Tomemos o caso de uma valente tripulação americana que foi para o espaço com objetivos que não vem ao caso. Enquanto estavam lá, receberam em sua nave uma criatura que não só injetou sua prole na barriga de tudo mundo, como ainda por cima devorava quem passase por ela. Não tem como dar boas vindas a alguém assim, não é?

Por outro lado, se as boas vindas forem muito calorosas, pode desconfiar. Dois irmãos abandonados pelos seus pais pão-duros encontraram certa vez uma casa feita de doces. Eles ficaram maravilhados e começaram a comer pedaços do teto e das paredes. A velha senhora que lá habitava os convidou a entrar e lhes ofereceu ainda mais delícias. Um sonho. Só que a velha na verdade estava faminta, e não era de doces. O irmão terminou dentro de uma gaiola sendo engordado como um peru, e a irmã escravizada pelas tarefas domésticas. Graças a Deus a história termina com a bruxa sendo queimada em seu próprio forno, para aprender a ser uma melhor anfitriã.

Às vezes, o desentendiemnto se dá pelas duas partes. Afinal, imagine que você vive em paz e harmonia numa ilha, formando uma comunidade fechada que se entende bem com o lugar e não precisa de mais nada. De repente, um avião cai do céu para atrapalhar tudo. Não seria natural torturar, enganar e eventualmente matar os passageiros? Mas vejamos do outro lado. Se você estava em um corriqueiro vôo partindo de Sidney, não é sua culpa que ele caia. E estar em uma ilha perdida já é castigo suficiente como para, ainda por cima, ser mal tratado por quem mora lá.

Enfim, as más vindas abundam. Mas fique calmo, aqui você é bem-vindo.

seja BEM vindo!


Qual sua expectativa em relação aos próximos seis meses???

Serão bons momentos, grandes vitórias, histórias engraçadas? O que vai acontecer conosco ao longo do próximo semestre, qual será nosso destino daqui pra frente?

O que eu posso dizer é que o destino do Sem Pauta é o SUCESSO! Venha conosco, ao longo dos próximos seis meses, descobrir como um tema pode ser desdobrado em vários assuntos das mais diversas e divertidas maneiras.

Aprenda a descobrir o perfil de cada um dos escritores do blog, e se identifique com um deles. Dê sugestões para melhorar nosso trabalho! Nosso blog, precisa de VOCÊ!



VEEEMM!!!...

Sobre começos e incertezas



Se as despedidas são geralmente tristes, é de se esperar que as boas vindas, um novo começo sejam alegres, não? Talvez.
Começar um novo curso, ingressar em uma empresa diferente, entrar em um grupo consolidado. Todo mundo já passou por isso e pelas sensações estranhas causadas. A sensação de estar perdido, de não saber o que falar e fazer, a recepção que terá. Alguns o acolherão de braços abertos. Outros irão ignorá-lo ou desprezá-lo.
Passei por isso há três anos quando mudei de colégio, no início desse ano como calouro de Comunicação e agora, entrando na CRIA Ufmg Jr. Fácil perceber essa situação pela minha cara confusa, olhando de um lado para o outro, mas sempre fingindo que sabe o que está fazendo.
O começo representa sempre um desafio. As dificuldades e novidades que não estamos preparados. O mais fácil acaba sendo não receber coisas novas. Continuar no mesmo caminho, acostumar com o que já se tem, não se propor desafios.
O final tem a expectativa da conclusão – seja ela boa ou ruim. O começo só traz incertezas. Mas não está aí a beleza das boas-vindas? O (re)começo, o novo, o desafio. Ou talvez eu só esteja tentando ser otimista.

Mais uma vez...


O Sem Pauta começa uma nova gestão! Michell foi-se embora, e Anna continua como colaboradora (o que quer dizer que ela vai postar um vez por gest... quer dizer, mês). E, passando ao tema da semana, damos as Boas Vindas ao nosso nova colega Diogo e a todos os leitores que com certeza ganharemos nesta etapa que começa agora e vai até abril! Dentro de pouco estreiaremos também no twitter, aguardem!

E vai aqui o Michaelis tem a dizer sobre nosso tema:

boas-vindas
bo.as-vin.das
sf pl Expressão de felicitação pela chegada de alguém.

PS: Não reclamem da imagem... afinal, o jornalismo é como a turminha do Pooh: você pode não gostar, mas eles fazem sucesso!

Eu declaro o fim

Após seis meses de trabalho, discussões, caras feias, reconciliações, bons momentos e amizades, decreto oficialmente encerrada a gestão 2009/1 da CRIA UFMG Comunicação Jr. É hora de despedir de alguns amigos e companheiros de trabalho e dar boas vindas aos recentemente efetivados trainees.

E haverá mudanças no Sem Pauta também. Lott e Anna estão dando adeus ao nosso convívio. Então, pra quem estava acostumado às postagens cheias de imagens do Lott, pode ir ficando triste. Pelo menos a Anna arrumou uma substituta tão mulherzinha quanto ela, né Mandy? Mas nem por isso vamos deixar de sentir muita falta dela por aqui...

Eu e Francisco também vamos continuar. Meus textos avulsos e os textos voltados para o lado literário do Chico continuarão aparecendo por aqui. Quanto aos dois trainees, não sabemos ainda o que esperar do estilo deles. Diogo e Isadora, sejam muito bem vindos ao nosso núcleo de Jornalismo!

Aliás, ao mesmo tempo que esse é o último post da gestão 2009/1, esse também é o primeiro da gestão 2009/2, uma vez que a troca de gestão ocorreu ontem. E o futuro da empresa ainda é incerto. O curso de Comunicação Social da UFMG está passando por mudanças estruturais e a CRIA terá que se adaptar a isso. E a próxima gestão será essencial para isso.

Enfim, eu queria agradecer muito os que passaram por aqui nesse período e dar boas vindas aos que estão chegando. Que todos vocês possam tratar essa empresa com o carinho que ela merece e se dedicar de corpo e alma para fazê-la continuar crescendo.

Llévame...

Como são altas horas da noite e é meu dia de postar, eu vou fazer uma gambiarra. Mas nem tanto assim. Quando me falaram que o tema desta semana é "despedida", lembrei de uma música dela que chama assim mesmo, feita para a trilha sonora de "O Amor nos Tempos de Cólera". Segue a letra com comentários abaixo:


No hay mas vida, no hay
No hay mas vida, no hay
No hay mas lluvia, no hay
No hay mas brisa, no hay
No hay mas risa, no hay
No hay mas llanto, no hay
No hay mas miedo, no hay
No hay mas canto, no hay

Llévame donde estés, llévame
Llévame donde estés, llévame
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más

No hay mas sueños, no hay
No hay mas tiempo, no hay
No hay mas miedo, no hay
No hay mas fuego, no hay
No hay mas vida, no hay
No hay mas vida, no hay
No hay mas rabia, no hay
No hay mas sueño, no hay

Llévame donde estés, llévame
Llévame donde estés, llévame
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más
Cuando alguien se va, él que se queda
sufre más...
sufre más...


Ler a letra só não adianta, tem que escutar a música. Quando ela entona esse "llévame", com toda a dor, não dá pra quase não chorar. Nossa despedida não é tão trágica, mas como a própria música diz, "Cuando alguien se va, él que se queda sufre más"... Dedico esta canção a todos aqueles que estão indo embora e ajudaram a fazer da gestão 2009/1 inesquecível.
]


Mania de tristeza

Vamos falar de despedidas.Porque as pessoas tem mania de fazer com que as despedidas sejam tão tristes? Choram, afogam-se em lágrimas sendo que a saudade ainda nem começou a doer..
Falando em saudade... essa palavra tão peculiar. Significa tanta coisa em apenas sete letras. Uma delas é essa tristeza.
Uma vez eu li que o poeta é aquele que finge sentir uma dor que não sente. Somos todos poetas então.

Despedidas podem ser um momento de alegria. Alguns exemplos:

  • Aquela família chata que está há 15 dias na sua casa, dormindo no seu quarto, porque sua mãe insiste que eles precisam de privacidade e que você não vai se importar com isso. Quando vão embora, é despedida. Mas é bom, como uma alívio para as costas, cansadas de dormir no colchão no chão.


  • Despedir das férias é um momento agradável. Por mais que neguemos, ninguém aguenta o marasmo por muito tempo, nem a maresia - a praia é comumente o destino dos brasileiros em férias, estou errada?


  • Quando se está indo viajar, o outro lado da moeda. Despedir de casa e falar : TCHAU! Estou indo descansar, não quero saber de parentes, de amigos de fachada, de chefe, trabalho, preocupações. Nem mesmo de dieta! Estou saindo de férias. Isso não me parece triste.


Em apenas três tópicos, citei situações em que despedir não é tão triste. Certo?
Então porque quando nos falam em despedidas nos vem à mente o chororô, a saudade antecipada, as malas repletas quase estourando, as pessoas que não veremos mais...
É a mania de tristeza... de achar problema aonde não tem. Temos essa mania, não temos?